Ludmilla vence processo em que era acusada de plágio
Compositor alegava que a artista reproduziu parte de uma composição sua em Vem Amor Bate e Não Para, faixa lançada no ano de 2018
A juíza Milena Angélica Drumond Morais considerou improcedente a acusação de plágio feita à cantora Ludmilla pelo compositor Reynaldo Veríssimo da Purificação.
No processo — que tramitou na Justiça do Rio — Reynaldo afirmava que sua música, Essa É Minha Tara, teria sido plagiada pela cantora em Vem Amor Bate e Não Para, lançada em 2018.
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Além de reivindicar o reconhecimento de coautoria da composição — e também da versão Vem Amor –, o processo solicitava o pagamento de uma indenização por danos morais.
Para a análise, a Justiça considerou um processo anterior movido pela Link Records e Entretenimentos Ltda, detentora dos direitos patrimoniais da canção de Reynaldo Veríssimo.
A ação continha a mesma alegação, e foi encerrada em dezembro de 2025, sem ato ilícito ou plágio praticado pelos réus reconhecidos.
No último julgamento, a juíza afastou Ludmilla da responsabilidade de eventuais danos morais, uma vez que não foi comprovada a ocorrência de conduta ilícita ou plágio. Já Reynaldo foi condenado ao pagamento de despesas processuais e honorário advocatícios.






