“O lance da vida é ser imperfeito”, diz Roberta Sá
Na segunda (27), ela fará seu primeiro show completo no Theatro Municipal, acompanhada de uma orquestra feminina
Roberta Sá se prepara para uma noite de gala na próxima segunda (27): cantar no Theatro Municipal, acompanhada de uma orquestra feminina, o repertório em que comemora vinte anos de carreira.
“É tudo tão grandioso que eu estou tentando fingir normalidade”, brincou a cantora de 45 anos.
“Nasci em Natal e me mudei para o Rio aos 9 anos. Foi muito difícil ser aceita por aqui e encontrar uma turma boa. Estou com a sensação de que a minha história deu certo”, observa.
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Apesar de viver em terras cariocas há tanto tempo, ela ainda sente saudade dos sabores do Nordeste.
“Hoje me entendo fervorosamente carioca, mas quando chega essa época do ano, morro de vontade de comer a canjica do Rio Grande do Norte.”
Roberta diz que a coisa mais legal da capital fluminense é que, por aqui, tem roda de samba em qualquer dia da semana.
“Para mim, o samba é remédio. Canto para me curar”, atestou, sem neuras em relação à escalada da inteligência artificial na música. “O grande lance da vida e da arte é ser imperfeito”, enlaça.





