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“A epilepsia ainda é alvo de muito preconceito”, diz Júlia Almeida-­Bailey

Filha de Manoel Carlos, a atriz trocou o agitado Leblon pela calmaria de Paraty, onde aproveita para desenvolver sua marca de moda praia

Por Melina Dalboni Atualizado em 18 nov 2021, 11h33 - Publicado em 19 nov 2021, 08h00

Desde maio, Júlia Almeida-­Bailey tem novos vizinhos. Filha do novelista Manoel Carlos, a atriz trocou o agito do Leblon pela tranquilidade de Paraty para se dedicar à sua marca de moda praia, Florita, centrada em peças sustentáveis produzidas com tecidos de reaproveitamento e tingimento natural.

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“Sempre vivi em cidades grandes e barulhentas. Agora me dou ao luxo de acordar com o barulho dos passarinhos, ouvir as charretes e tomar banho de cachoeira”, diz Júlia, 38 anos.

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A busca de novos ares também passou pelo diagnóstico de epilepsia, sobre o qual só começou a falar recentemente — tem usado as redes sociais para ampliar o debate a respeito do assunto. “Conviver com epilepsia é lidar com uma doença crônica que ainda é alvo de muito estigma e preconceito”, diz.

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