Em que medida a inteligência artificial apavora Zélia Duncan

‘Cronicamente on-line’, como ela mesma se define, adora fazer comentários em postagens nas redes, mas não dá atenção a quem destila ódio

Por Marcela Capobianco 22 Maio 2026, 08h13
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Zélia Duncan: cantora carioca acaba de lançar o disco Agudo Grave, no qual defende a humanidade radical (Mauro Restiffe/Divulgação)
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Aos 61 anos e mais de quarenta de carreira, Zélia Duncan é do tipo de artista que não se acomoda.

“O grande desafio é manter o frescor. Tenho tatuada a expressão ‘este exato momento’ no pulso para me lembrar disso”, disse.

Zélia acaba de lançar Agudo Grave, seu 21º álbum, com produção da catarinense Maria Beraldo e participações de Lenine e Alberto Continentino, além da própria Maria.

“Eu não tenho medo de lidar com as novas gerações e sigo aprendendo muito. Um pensamento que guiou o disco foi ‘humanidade radical’ em tempos de inteligência artificial”, ressaltou, acrescentando que chama o ChatGPT de ‘chatinho.’

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“Não sou retrógrada, mas fico meio apavorada vendo pessoas que usam a IA para tarefas que exigem criatividade”, avaliou.

‘Cronicamente on-line’, como ela mesma se define, adora fazer comentários em postagens nas redes, mas não dá atenção a quem destila ódio. “Bloqueio na hora. Não tem problema pensar diferente, o problema é pensar de um jeito que ofenda”, concluiu a cantora, adepta da corrida para manter a sanidade mental. 

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