Filipe Ret: “Tenho uma Ferrari e às vezes me pergunto por que preciso dela”
Ele apresenta o show Retianismo na Farmasi Arena no sábado (7)
Antes de se tornar um dos grandes nomes do rap e do trap brasileiros, Filipe Ret compartilhava seus pensamentos no blog Máximas Retianas.
“Fui um péssimo aluno, passei por uma crise de identidade muito dolorosa e por anos tomei remédios fortes. Precisava voltar a ser criativo”, relembra o carioca do Catete.
Quando a prosa encontrou a melodia, tudo fez sentido, e o show Retianismo, na Farmasi Arena, no sábado (7), marca a força dessa história.
“Criei essa apresentação única como sugestão para que as pessoas analisem suas próprias vidas e descubram o ‘ismo’ delas”, convoca.
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Aos 41 anos, ele não acredita que chegou ao topo e ainda sente a necessidade de mostrar que venceu.
“Tenho uma Ferrari e às vezes me pergunto por que preciso dela. Falei para o meu filho, Theo, de 7 anos, que o carro seria um troféu. E ele respondeu: ‘mas troféu a gente não compra.’”
Os próximos passos do rapper pela cidade envolvem um instituto na Rua Pedro Américo, para expandir o projeto que apadrinha, Sementes do Bem, voltado a aulas de futebol para crianças em situação de vulnerabilidade no Aterro do Flamengo.






