Fernanda Abreu: “Minhas letras sempre tiveram um discurso de empoderamento”

Neste sábado (19), a carioca é atração do Festival Mimo, no Circo Voador, celebrando as três décadas do disco Da Lata

Por Marcela Capobianco 18 set 2026, 06h26
Mulher de cabelos escuros e franja, vestindo um conjunto de seda cinza-prateado com estampa abstrata, deitada no chão com uma mão estendida. Ela tem expressão séria e está em um cenário preto e branco que simula uma cozinha industrial antiga, com pia e baldes metálicos
Fernanda Abreu: "Quero fazer um lifting, mas tenho medo de anestesia geral" (Mateus Rubim/Divulgação)
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No seu aniversário de 65 anos, Fernanda Abreu se apresentou cheia de vigor no Rock in Rio e a plateia se surpreendeu quando ela contou a idade.

“Faço balé desde pequena, mas não sou regrada com os cremes e tenho vontade de fazer uma plástica, mas morro de medo de anestesia geral”, confessa.

Neste sábado (19), a carioca é atração do Festival Mimo, no Circo Voador, celebrando as três décadas do disco Da Lata.

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“A ideia inicial era fazer só o documentário com as imagens dos bastidores da gravação do álbum, mas o universo conspirou e nasceu o show”, conta.

Fernanda afirma que o Brasil mudou muito nos últimos trinta anos, mas ela se manteve fiel à essência.

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“No início da minha carreira, sentíamos os ventos da liberdade. Hoje, há um movimento conservador e pavor em relação à liberdade feminina. Eu nunca fui panfletária, mas minhas letras sempre tiveram um discurso de empoderamento”, atesta.

Nos planos para o futuro, está um filme sobre Na Paz, disco que lançou em 2004. “Tomei gosto pelo audiovisual”, anima-se Fernanda.

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