Dívida de IPTU pode impedir Renato Aragão de vender mansão
Imposto em débito entre os anos 2021 e 2023 pode bloquear a negociação do imóvel avaliado em 18 milhões de reais
Uma dívida de mais de 500 000 reais, de IPTU. Esse é o valor do débito de Renato Aragão que pode gerar o bloqueio da venda de um imóvel de luxo — com heliponto e biblioteca — avaliado em 18 milhões de reais, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio.
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O imbróglio teve início no em dezembro do ano passado com uma ação de execução fiscal da Prefeitura do Rio. Em janeiro, a juíza Katia Cristina Torres enviou uma carta para o imóvel pendente determinando o prazo de cinco dias para regularizar a dívida acumulada entre os anos de 2021 e 2023.
Na última semana, uma homenagem ao ator e comediante no Caldeirão com Mion levou mais uma vez a ação à tona. A prefeitura pediu que Aragão seja citado por um oficial de justiça, caso a carta expedida não tenha retorno efetivo. Se o ator não for encontrado, também foi pedido que o juiz o autorize o arresto da mansão como medida provisória. O ator é acusado ainda de dever 800 000 reais noutra ação movida pela filha Juliana Aragão, que corre na Justiça.







