Dia do Barman: os drinques que marcaram a carreira de mestres do balcão
Celebrado neste dia 4, data inspira nomes da coquetelaria carioca a revelarem suas inspirações
A nostalgia dá o tom do saudade milk punch (R$ 40,00), desenvolvido por Jonas Aisengart para o Pope, que integra agora a Carta do Quartinho (Rua Arnaldo Quintela, 124, Botafogo). A bebida clarificada junta tequila infusionada com chá lapsang souchong, vinagre balsâmico e xarope de frutas vermelhas. @quartinhobar.
Um smash brasileiro. Essa foi a ideia de Igor Renovato ao criar o zé (r$ 27,00) no Suru Bar (Rua da Lapa, 151, Lapa). Pensada para ser simples de reproduzir em balcões — afinal, em todo lugar você esbarra com um Zé —, a receita aposta em cachaça envelhecida, Cynar, limão, mel e hortelã. @surubar.rj.
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Paula Diniz imprime a sua assinatura em um clássico brasileiro no Jurubeba (Rua Real Grandeza, 196, Botafogo). O caju mais que amigo (R$ 32,00) une vodca, compota pedaçuda e acrescenta limão e vermute branco para realçar as especiarias da fruta. @jurubeba.bar.

Criado em 2012 para o extinto stuzzi, o perfetto lemone (r$ 31,00) atravessou cartas e conquistou fãs. A invenção de Thiago Teixeira pode ser provada no Conserva (Avenida Prado Junior, 281, Copacabana), onde ele é sócio, e reúne bourbon, limoncello, xarope de maracujá com um toque picante. @conservabar.

Técnica e intensidade se encontram no butter whisky (R$ 48,00), que Jessica Sanchez escolhe como retrato de sua trajetória. Servido no Palma, da Casa Horto (Rua Pacheco Leão, 696), o coquetel parte de uísque submetido a fat wash com manteiga noisette e ganha redução de champanhe, noz-moscada e ouro em pó. @palmahorto.

Ousado e complexo, o sagrado profano (R$ 58,00) saiu da cabeça de Daniel Estevan, do Nosso (Rua Maria Quitéria, 91, Ipanema). A pedida foge do óbvio ao unir gim, vermute seco, cordial de figo confitado, água de tomate e sal, sendo uma representação da história do chefe de bar. @nossoipanema.







