Dia do Barman: os drinques que marcaram a carreira de mestres do balcão

Celebrado neste dia 4, data inspira nomes da coquetelaria carioca a revelarem suas inspirações

Por Alessandra Carneiro 3 out 2026, 15h56
Um homem sorridente de camiseta preta segura uma coqueteleira, ao lado de uma garrafa de bebida e um copo com água espirrando
Jonas Aisengart: bartender criou drinque para o Pope, que hoje está na carta do Quartinho (./Divulgação)
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A nostalgia dá o tom do saudade milk punch (R$ 40,00), desenvolvido por Jonas Aisengart para o Pope, que integra agora a Carta do Quartinho (Rua Arnaldo Quintela, 124, Botafogo). A bebida clarificada junta tequila infusionada com chá lapsang souchong, vinagre balsâmico e xarope de frutas vermelhas. @quartinhobar.

Um bartender sorridente, de boné rosa e camiseta escura, agita uma coqueteleira em um bar iluminado com garrafas. À direita, um coquetel âmbar com gelo e folhas de hortelã frescas sobre um apoio de copo colorido
(Rodrigo Azevedo/Divulgação)

Um smash brasileiro. Essa foi a ideia de Igor Renovato ao criar o zé (r$ 27,00) no Suru Bar (Rua da Lapa, 151, Lapa). Pensada para ser simples de reproduzir em balcões — afinal, em todo lugar você esbarra com um Zé —, a receita aposta em cachaça envelhecida, Cynar, limão, mel e hortelã. @surubar.rj.

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Mulher de cabelo curto e tatuagem no braço esquerdo sorri, apoiando o rosto na mão, sentada à mesa de um bar com um drink. À direita, um copo alto de drink com gelo e frutas, e um prato com petiscos ao fundo

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Paula Diniz imprime a sua assinatura em um clássico brasileiro no Jurubeba (Rua Real Grandeza, 196, Botafogo). O caju mais que amigo (R$ 32,00) une vodca, compota pedaçuda e acrescenta limão e vermute branco para realçar as especiarias da fruta. @jurubeba.bar.

Homem barbudo de gorro vermelho e camiseta azul sorri, segurando um copo de bebida amarela com folha verde. Ao lado, um copo de shot e uma garrafa de cerveja em um porta-garrafas vermelho. À direita, um close-up de um coquetel amarelo com espuma e pimenta moída em uma mesa amarela

Criado em 2012 para o extinto stuzzi, o perfetto lemone (r$ 31,00) atravessou cartas e conquistou fãs. A invenção de Thiago Teixeira pode ser provada no Conserva (Avenida Prado Junior, 281, Copacabana), onde ele é sócio, e reúne bourbon, limoncello, xarope de maracujá com um toque picante. @conservabar.

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Mulher de cabelo escuro sorrindo, segurando um coquetel vermelho com gelo e folha verde, e um coquetel âmbar com gelo e folha esquelética sobre mesa verde escura

Técnica e intensidade se encontram no butter whisky (R$ 48,00), que Jessica Sanchez escolhe como retrato de sua trajetória. Servido no Palma, da Casa Horto (Rua Pacheco Leão, 696), o coquetel parte de uísque submetido a fat wash com manteiga noisette e ganha redução de champanhe, noz-moscada e ouro em pó. @palmahorto.

Homem barbudo de boné e camiseta preta com NOSSO estampado, braços cruzados, em ambiente com luzes vermelhas. Ao lado, um coquetel âmbar em taça de haste fina, decorado com fatia de figo, sobre mesa de madeira clara

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Ousado e complexo, o sagrado profano (R$ 58,00) saiu da cabeça de Daniel Estevan, do Nosso (Rua Maria Quitéria, 91, Ipanema). A pedida foge do óbvio ao unir gim, vermute seco, cordial de figo confitado, água de tomate e sal, sendo uma representação da história do chefe de bar. @nossoipanema.

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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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