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Forma de entretenimento difundida na Europa do século XVIII, o circo de pulgas sempre estimulou a imaginação das plateias graças à sua premissa básica: a ideia de que insetos minúsculos podem ser adestrados para executar divertidos números

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CRIANÇAS

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(Foto: Redação Veja rio)

O MAIOR MENOR ESPETÁCULO DA TERRA. Forma de entretenimento difundida na Europa do século XVIII, o circo de pulgas sempre estimulou a imaginação das plateias graças à sua premissa básica: a ideia de que insetos minúsculos podem ser adestrados para executar divertidos números. Com a devida licença, o conceito ganha vida nas mãos de artistas craques em truques de ilusionismo, que usam uma série de acessórios. Inspirado por essa arte, o espetáculo do grupo Centro Teatral e Etc e Tal cumpre seu último fim de semana de temporada no sábado (22) e no domingo (23), no Teatro Sesi. No palco, Alvaro Assad conduz o show, com o auxílio de Melissa Teles-Lôbo e Marcio Moura. Os três tiveram a valiosa consultoria de Domingos Montagner, dono do Circo Zanni, de São Paulo, e também responsável pela cenografia da atração, realizada em um palquinho de apenas 1,20 metro de diâmetro. É nele que acontece a ação, esplendidamente bem executada, apresentando as protagonistas, que supostamente se equilibram em uma corda bamba, saltam de trampolins em tanques d?água e viram balas de canhão. As estrelas não são de verdade, mas a encenação contagia as crianças e diverte os adultos.

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Fonte: VEJA RIO