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Novo Poltergeist estreia esta semana

O suspense frágil da refilmagem da década de 1980 entra no circuito com outros nove filmes

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

poltergeist
(Foto: Divulgação)

Dez filmes chegam aos cinemas, entre eles a refilmagem de um clássico do terror dos anos 1980, Poltergeist - O Fenômeno. A Incrível História de Adaline, estrelado por Blake Lively, conta a história de uma jovem que ao sofrer descarga elétrica passou por uma transformação que mudou seu destino para sempre. O romance é dirigido por Lee Toland Krieger traz a atriz de Gossip Girl para as telonas.

+ Fique de olho nos 37 filmes em cartaz

Confira a programação completa:

  • Protagonista do novo Mad Max, Tom Hardy volta às telas e se dá muito mal ao falar inglês com sotaque russo na confusa trama de Crimes Ocultos. Tudo começa em 1933, quando está em foco o drama de órfãos ucranianos cujos pais foram castigados pela fome na ditadura de Stalin. Um deles consegue escapar da miséria e vira um herói na II Guerra sob o nome de Leo (Hardy). Na Moscou da década de 50, o protagonista virou um investigador militar às voltas com a morte (ou assassinato) do filho de um amigo. Por ter defendido a esposa (Noomi Rapace), acusada de traição pelo Partido Comunista, Leo, como castigo, é enviado com a mulher para a cidade de Volsk. Lá, novos crimes com crianças chamam sua atenção. O roteiro, inspirado no livro Child 44, de Tom Rob Smith, tenta atirar para vários lados em mais de duas cansativas horas de duração. Ora tem ecos das tragédias de guerra, ora traz à tona um filme policial como outro qualquer. Joel Kinnaman (o RoboCop) e Gary Oldman ficam igualmente perdidos. Estreou em 21/5/2015.
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  • Em 1976, Agnes Le Roux (Adèle Haenel) namora um advogado dez anos mais velho (papel de Guillaume Canet). A situação do drama se complica quando ela trai a própria mãe (Catherine Deneuve) ao aceitar a quantia de 3 milhões de francos para assumir o controle de um cassino concorrente ao da família. Estreia prometida para 28/5/2015.
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  • Primeiro longa do cineasta Stanislav Güntner, o drama traz os conflitos do jovem Dima (Mark Filatov), dividido entre as origens russa e alemã e assombrado pelo passado criminoso. Em Berlim, ele se apaixona por Nadja. Com medo de ser abandonado pela amada, vai precisar tomar decisões que vão influenciar sua vida adulta. 
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  • Adaline Bowman (Blake Lively) nasceu no início do século XX e, aos 30 anos e viúva, sofreu um acidente de carro e morreu por alguns minutos. A descarga elétrica de um raio a fez reviver e, a partir daí, a jovem passou por uma transformação que mudou seu destino para sempre. Sem envelhecer, ela atravessou as décadas com a mesmíssima aparência e até sua filha ficou parecendo sua avó (papel de Ellen Burstyn). A eterna juventude, porém, trouxe problemas. Adaline nunca mais se envolveu em relacionamentos afetivos e, quando descoberta por algum conhecido, precisou mudar de cidade. Nos dias de hoje, ela trabalha numa biblioteca e foge dos homens para não ter compromisso. Mas eis que o sedutor Ellis Jones (Michiel Huisman) surge no pedaço. A fantasia na linha de O Curioso Caso de Benjamin Button e Questão de Tempo ronda a trama de A Incrível História de Adaline. Há momentos saborosos, sobretudo nas competentes recriações de época. A trama também ganha igualmente certa empolgação quando Harrison Ford (convém não revelar o personagem) surge em cena para uma participação especial. Contudo, o drama romântico, sem se arriscar ou comover, caminha, em sequências previsíveis, para o inevitável final feliz. Estreou em 21/5/2015.
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  • — A História de uma Lenda (2013), Chadwick Boseman interpretou de forma soberba Jackie Robinson (1919-1972), o primeiro jogador negro na principal liga de beisebol americana. Um ano depois, dobrou a aposta ao encarnar outro personagem real, inconfundível no seu modo de falar, cantar e dançar. Na pele do ídolo do funk, do soul e do showbiz, Boseman porta-se diante das câmeras como a força da natureza que foi James Brown (1933-2006). Estreia exclusiva no Estação NET Botafogo 1, o drama musical dirigido por Tate Taylor (Histórias Cruzadas) ziguezagueia no tempo. Começa em 1988, em um dos momentos de violenta piração do astro, volta para sua infância miserável, na década de 30, dali salta até o sucesso na década de 60. Algumas cenas são narradas pelo próprio Brown (Boseman), recurso que reforça o caráter controlador do biografado. A trama é enriquecida por coadjuvantes talentosos nos papéis da mãe ausente (uma altiva Viola Davis), do empresário Ben Bart (Dan Aykroyd) e de Bobby Byrd (Nelsan Ellis), parceiro musical desde o princípio, quando Brown era apenas um jovem presidiário sem muito futuro. Na trilha sonora, um empolgante desfile de clássicos, do pioneiro hit Please, Please, Please a I Got You (I Feel Good).
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  • Comédia dramática

    Minha Querida Dama
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Comédia dramática. Mathias Gold (Kevin Kline), rico e solitário, herda um grande imóvel em Paris. Ao chegar à capital francesa, descobre que na propriedade mora Mathilde (Maggie Smith), uma senhora de 90 anos, nem um pouco disposta a mudar de endereço. É o começo de uma bela amizade. Com Kristin Scott Thomas.
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  • Companheira e musa do cineasta sueco Ingmar Bergman, Liv Ullmann, além de excelente atriz, tem uma carreira como diretora, incluindo os sensíveis dramas Sofe (1992) e Infiel (2000). Catorze anos depois deste seu penúltimo trabalho, a estrela retorna atrás das câmeras comandando uma adaptação da peça Senhorita Júlia, de August Strindberg (1849-1912). São apenas três personagens envolvidos num texto sobre poder e sedução. Na noite do solstício de verão, na Irlanda de 1890, a aristocrata Julie (Jessica Chastain) sente atração por John (Colin Farrell), um empregado faz-tudo da mansão. Para conquistá-lo, a senhorita joga charme e usa seu poder de patroa. Acontece que John é namorado da cozinheira (Samantha Morton) e, a princípio, afasta-se como o diabo da cruz. Aos poucos, a situação se inverte. John passa a dominá-la pondo a relação em pratos limpos. Liv não ousa na montagem para o cinema e entrega à plateia uma espécie de teatro (bem) filmado, com atuações no ponto certo e diálogos cortantes. Estreou em 21/5/2015.
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  • No décimo filme inspirado na série de animação homônima, o personagem que dá nome ao longa precisa salvar o mundo. Com a ajuda dos amigos Shikamaru, Hinata, Sakura e Sai, Naruto tenta evitar que um meteoro se choque contra a Terra.
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  • No mesmo ano do lançamento de E.T. — O Extraterrestre, o diretor Steven Spielberg, apenas como roteirista e produtor, estreou Poltergeist — O Fenômeno. Ambos os filmes, de 1982, marcaram época. Poltergeist deu uma revitalizada nas histórias sobrenaturais e, até hoje, possui um cena emblemática — a da garotinha tocando uma tela de TV e conversando com “amiguinhos imaginários” do outro lado do tubo. Por mais que a refilmagem apresente a mesma sequência e siga o roteiro original, tudo conspira contra o remake. A trama gira em torno da família Bowen. Como o patriarca, Eric (Sam Rockwell), perdeu o emprego, eles são obrigados a mudar para uma casa modesta. Lá, fatos estranhos têm início, e a situação piora numa noite em que Eric e a esposa (Rosemarie DeWitt) saem para jantar. A filha adolescente (Saxon Sharbino) fca presa numa gosma negra e seu pequeno irmão (Kyle Catlett) entra em desespero ao ser capturado pelos galhos de uma árvore. Após o sumiço da caçula (Kennedi Clements), o casal pede ajuda a um trio de caça-fantasmas para detectar o problema. Além da frágil tensão e do insípido clima de suspense, o novo Poltergeist carece de carga dramática. Uma resolução sem clímax só tende a tornar o programa bastante dispensável. Estreou em 21/5/2015.
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Fonte: VEJA RIO