cheiro de pipoca no ar

Fique de olho nos 28 filmes em cartaz

Comédia dramática Enquanto Somos Jovens é uma das atrações do circuito. Confira a programação completa

Por: Redação VEJA RIO - Atualizado em

Enquanto Somos Jovens
Enquanto Somos Jovens (Foto: Reprodução)

Entre os filmes em cartaz, o crítico de cinema Miguel Barbieri Jr. destaca a comédia dramática Enquanto Somos Jovens, estrelada por Ben Stiller e Naomi Watts. Outra dica são os fimes que agradam o público jovem, como a animação Divertida Mente e as fitas de ação Dragonball Z e Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros.

+ Animação Minions é a estreia da semana

  • Diretor de Caro Francis (sobre o jornalista Paulo Francis) e Alô, Alô Terezinha (sobre Chacrinha), Nelson Hoineff resgata outra figura emblemática no documentário. Aos 84 anos, o grande cantor ainda mantém a voz firme e dá detalhes, até então inéditos, sobre sua homossexualidade. Há fatos curiosos, como a incursão pelos Estados Unidos, na década de 50, sob o codinome Ron Coby e a participação no filme Jamboree, de 1957. Também é bacana o foco sobre um fã de 15 anos obcecado pelo trabalho de Cauby. Hoineff foi atrás de imagens de shows e programas de TV para fazer compilações mixadas de canções como Bastidores e Conceição. Se há música até em excesso, faz falta um perfil mais afiado do biografado, seja por meio de depoimentos do próprio Cauby, seja através das palavras de quem convive(u) com ele. Estreou em 28/5/2015.
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  • Héctor (Lucio Giménez Cacho) tem 15 anos e, no fim da temporada de verão, vai passar uns dias num hotel do litoral, praticamente às moscas. A companhia de sua mãe, Paloma (María Renée Prudencio), parece ser ideal. Em sintonia, eles matam o tempo esticando-se ao sol e jogando cartas. A entrada da garota Jazmín (Danae Reynaud) na trama de Club Sandwich traz certa desarmonia à relação. Embora com uma premissa atraente sobre a intensidade do amor materno na adolescência, a comédia dramática mexicana fica na superfície da abordagem e, com uma narrativa contemplativa, despreza as palavras mais duras em nome de silêncios descartáveis. Estreou em 9/4/2015.
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  • Comédia

    Deixa Rolar
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    Na trama de Deixa Rolar, Chris Evans interpreta um roteirista que é obrigado por um produtor a escrever uma história de amor. Mas, por causa de um trauma do passado, o rapaz jamais se apaixonou. O destino, porém, o coloca cara a cara com uma jovem graciosa (Michelle Monaghan). Rola uma química, mas ela está comprometida com outro. Mesmo atraídos, eles tentam ser apenas bons amigos. Até quando? Embora sejam divertidas as referências aos romances de cinema, o longametragem carece de originalidade. Se o casal de protagonistas segura as pontas no quesito beleza, não convence como um apaixonado. Estreou em 11/6/2015.
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  • Na nova animação da Pixar, Riley tem 11 anos e acabou de mudar-se com seus pais para São Francisco. Sua mente é controlada pelos personagens Alegria, Medo, Raiva, Nojinho e Tristeza, que tentam deixar a menina sempre em  alto astral. Infeliz na nova cidade, Riley vai ficar temperamental enquanto suas emoções tentam deixá-la mais controlada. Estreia prometida para 18/6/2015.
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  • Na animação japonesa, o vilão F, conhecido como o Imperador do Mal, ressurge após alcançar a última de suas transformações. Goku e seus amigos guerreiros, Vegeta, Mestre Kame e Gohan, juntam as forças para combater o inimigo. Estreou em 18/6/2015.
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  • Comédia dramática

    Enquanto Somos Jovens
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    Cornelia (Naomi Watts) e Josh Srebnick (Ben Stiller) são casados há anos. Incomodados com o envelhecimento, estão cansados da maneira conservadora como vivem. Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried) se aproximam dos dois e Josh, encantado com o estilo de vida e o ânimo da dupla, sonha voltar a ser jovem. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma despretensiosa analista de base da CIA, e heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro (Jude Law) sai da jogada, e outro agente (Jason Statham) fica comprometido, Susan se voluntaria para se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • Os Bélier moram na área rural de uma pequena cidade da França e, fazendeiros, vendem queijos na feirinha do centro. Como a mãe (Karin Viard), o pai (François Damiens) e o irmão (Luca Gelberg) da adolescente Paula (Louane Emera) são surdos-mudos, ela fica responsável pela comunicação com os clientes. A garota também carrega o peso de falar, literalmente, em nome da família. Vivendo as mudanças hormonais típicas da idade, Paula tem um temperamento instável. Nas aulas de canto, porém, seu talento é descoberto pelo professor (Eric Elmosnino), que a incentiva a participar de um concurso em Paris. O que o destino reserva para uma moça cheia de sonhos, mas presa aos vínculos familiares? Um conflito dramático ganha tratamento bem-humorado, culminando numa sequência musical capaz de aflorar emoção. Em sua estreia no cinema, Louane Emera, descoberta aos 16 anos no programa The Voice, consegue arrebatar soltando a voz em Je Vole (Eu Voo). Estreia prometida para 25/12/2014.
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  • Comédia dramática

    Um Fim de Semana em Paris
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    A cena de Bande à Part (1964), de Jean-Luc Godard, não está presente à toa nesta comédia dramática. Além da homenagem explícita ao expoente da nouvelle vague, o filme esbanja influências do movimento que revitalizou o cinema francês na década de 60. Ambientada nos dias de hoje, a trama apresenta o casal Nick e Meg, interpretados por Jim Broadbent e Lindsay Duncan. Para comemorar o aniversário de trinta anos de casamento, estes ingleses desembarcam na capital francesa a fim de resgatar as paixões do passado. Só que nada sai como planejado. O hotel de antes virou uma espelunca e, professores de classe média, eles decidem se instalar num cinco-estrelas e viver como reis por dois dias. O humor domina o enredo em vários momentos, mas, após um encontro com um antigo amigo de Nick (papel de Jeff Goldblum), o roteiro faz um rápido desvio para o drama. Em diálogos calibrados de Hanif Kureishi (o mesmo de Minha Adorável Lavanderia e Intimidade), o filme combina a melancolia da terceira idade com a travessura da juventude. Direção: Roger Michell (Le Week-End, Inglaterra/França, 2013, 93min). 14 anos. Estreou em 2/4/2015.
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  • Em 1976, Agnes Le Roux (Adèle Haenel) namora um advogado dez anos mais velho (papel de Guillaume Canet). A situação do drama se complica quando ela trai a própria mãe (Catherine Deneuve) ao aceitar a quantia de 3 milhões de francos para assumir o controle de um cassino concorrente ao da família. Estreia prometida para 28/5/2015.
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  • Tudo são flores no início de Jessabelle. Grávida, Jessie (Sarah Snook) está de partida para construir uma vida a dois. Um terrível acidente de carro dá um novo destino à personagem. Ela perde o bebê e o namorado, além de se locomover numa cadeira de rodas por causa da limitação dos movimentos nas pernas. Sem amigos, a moça é obrigada a voltar à cidade natal, na Louisiana, para morar com o pai (David Andrews), um sujeito arredio e nada afetuoso. O terror começa quando Jessie encontra velhas fitas de vídeo numa caixa. Nelas, sua mãe (Joelle Carter), que morreu no parto e lia cartas de tarô, alerta para uma morte e outros infortúnios. Kevin Greutert tem experiência no gênero — montou cinco e dirigiu dois filmes da cinessérie Jogos Mortais. O realizador consegue aqui um bom casamento entre ambiência sinistra e surpresas no roteiro mesclando uma casa assombrada por um espírito (a Jessabelle do título) à magia do vodu. Falta, porém, algo de que anda carente o cinema de horror: pregar sustos no espectador. Estreou em 18/6/2015.
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  • O início lento do média-metragem sugere ao espectador o que está por vir. Nas cenas do filme experimental do cineasta malaio Tsai Ming-liang, um monge budista com indumentárias vermelhas caminha vagarosamente pelas ruas de Marselha, na França, enquanto as pessoas ao seu redor mantêm o ritmo acelerado da cidade. A câmera revela pequenos fragmentos da influência que esse andarilho incomum provoca nos habitantes da cidade.
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  • Assim como Mad Max — Estrada da Fúria, Jurassic World — O Mundo dos Dinossauros é uma espécie de recriação da cinessérie. Embora tenha elementos em cena do primeiro filme (uma camiseta e um crachá, por exemplo), não se trata de uma continuação do longa-metragem dirigido por Steven Spielberg em 1993. Com produção executiva e o aval do grande mestre, o novo trabalho dá o que o espectador espera: entretenimento com sabor de matinê, recheado de efeitos visuais de ponta em uma história de aventura, tensão e terror — tudo muito bem calculado e dosado para deixar a molecada grudada na poltrona. Jurassic World é um parque temático localizado numa ilha da América Central. Para lá, partem o adolescente Zach (Nick Robinson) e seu irmão caçula (Ty Simpkins). Eles devem ficar aos cuidados da tia Claire (Bryce Dallas How ard), poderosa coordenadora do megaempreendimento de um indiano (Irrfan Khan). A principal atração do local, um híbrido maior e muito mais feroz do que o T-Rex, ainda está em cativeiro. Segue-se, então, a trama de praxe: o bichão consegue escapar, os garotos se perdem e Claire pede ajuda a um valente tratador de animais (papel de Chris Pratt) para encontrá-los. Como se nota, o roteiro se vale de uma cartilha pouco original com personagens esquemáticos. Contudo, Jurassic World apresenta à nova geração um universo de fantasia com fascinantes dinossauros digitais. Conclusão: programa-pipoca sem medo de divertir. Estreou em 11/6/2015.
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  • Nadezhda (Margita Gosheva) é professora de inglês numa escola de uma cidade da Bulgária. Mora longe de onde trabalha e vive com o marido e a pequena filha. A Lição começa de forma contundente e se mantém firme e forte até o desfecho. Após uma aluna ter o dinheiro de sua carteira roubado, a protagonista quer, persistentemente, que o ladrão confesse o furto. Surge, então, mais um impasse em sua vida. Como seu companheiro não pagou a prestação de um empréstimo bancário, a casa deles vai a leilão. Tem início aí uma aflitiva corrida contra o tempo para saldar a dívida. O foco nos dilemas morais de Nadezhda provoca uma incômoda reflexão na plateia, e, mesmo tendo passagens previsíveis, o drama tira o fôlego com sua tensão constante. Estreou em 11/6/2015.
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  • No novo Mad Max, ainda em cartaz, Charlize Theron surge com a testa suja de graxa e sem parte de um braço — e continua linda. A transformação não é tão radical em Lugares Escuros, mas também neste suspense dramático a estrela se despe do glamour. Na pele de Libby Day, Charlize veste calça jeans e camiseta puída para interpretar uma mulher atormentada por seu passado. Mais de duas décadas atrás, Libby, caçula da família, testemunhou contra o próprio irmão. Ele seria o responsável pelo assassinato da mãe e de suas duas irmãs. Ben (Corey Stoll) ainda continua atrás das grades e Libby, que durante anos recebeu ajuda financeira de anônimos, está praticamente sem dinheiro. Em troca de grana, ela aceita o convite do “clube da matança”, grupo de investigadores amadores, liderado pelo jovem Lyle (Nicholas Hoult). Eles querem reabrir o caso e precisam de novas declarações da vítima. No vaivém do tempo, a história vai revelando comportamentos escusos de seus pais e explicando a influência de uma patricinha (Chloë Grace Moretz) na vida do suposto matador. Inspirado no livro de Gillian Flynn (a mesma autora de Garota Exemplar), o longa-metragem mantém-se plugado na tensão e, mesmo sem renovar o gênero, consegue cativar pelas surpresas. Estreou em 18/6/2015.
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  • Era a virada dos anos 70 para os 80 quando o diretor australiano George Miller criou um policial com sede de vingança para o filme Mad Max. Interpretado pelo então novato Mel Gibson, Max virou um símbolo da cultura pop e retornou em outros dois longas-metragens, Mad Max — A Caçada Continua (1981) e Mad Max — Além da Cúpula do Trovão (1985). Três décadas depois, o realizador estreia um quarto episódio da cinessérie. Mad Max — Estrada da Fúria não é uma sequência nem uma refilmagem. Miller aproveitou a ambiência pós-apocalíptica e o clima árido das fitas anteriores e substituiu Gibson, de 59 anos, pelo musculoso Tom Hardy, de 37, o vilão Bane de Batman — O Cavaleiro das Trevas Ressurge. No início da história, Max dá uma ideia da transformação do (fim) do mundo e de como grupos rivais disputam a água e o petróleo no deserto. Logo em seguida, o protagonista passa a ser caçado por uma gangue de carecas e é conduzido aos domínios do mascarado Immortan Joe, o todo- poderoso que controla um povo carente. Braço-direito do líder, a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) o trai ao fugir com uma turma de belas parideiras. Para agradar a Joe, o jovem Nux (Nicholas Hoult) encara uma perseguição a Furiosa e leva junto o prisioneiro Max. Além da frenética abertura, Estrada da Fúria traz uma renovação à franquia com cenas alucinantes de ação — Velozes & Furiosos 7, por exemplo, já vai parecer “datado”. Miller não economiza em nada e não poupa ninguém. São duas horas agitadíssimas em um roteiro basicamente trivial, mas cuja violência extrema e insana combina perfeitamente com o caos explicitado na trama futurista. Estreou em 14/5/2015.
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  • Na comédia Simplesmente Feliz, de 2008, o diretor inglês Mike Leigh retratou uma personagem que, de tão otimista e radiante, chegava a irritar os mais sisudos de plantão. Neste longa-metragem, indicado ao Oscar de roteiro original em 2011, ele volta a revelar o desconforto provocado pela alegria alheia. O tom e o ponto de vista da narrativa, contudo, mudam por completo. No centro do drama está a frustradíssima Mary (Lesley Manville, perfeita no papel), uma secretária divorciada cujo maior desejo é ter uma vida parecida com a da amiga Gerri (Ruth Sheen), uma psicóloga sexagenária muito bem casada com o engenheiro Tom (Jim Broadbent). Flertar com o filho deles, o tranquilão Joe (Oliver Maltman), torna-se quase uma obsessão — não correspondida pelo rapaz. Desses encontros corriqueiros emergem, muito sutilmente, à moda inglesa, as diferenças entre os privilegiados (a família de Gerri) e os excluídos da plenitude. Leigh abre mão das explosões sentimentais do inesquecível Segredos e Mentiras (1996) para investir num registro mais sereno e contido. Quando o desespero de Mary vem definitivamente à tona, entretanto, resulta num desfecho de partir o coração. Estreou em 28/8/2014.
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  • Qiu (Yang Yingqiu) tem 12 anos e mora com o pequeno irmão e os avós nas montanhas de um vilarejo no sul da China. Quando sua avó morre, os pais de Qiu, que trabalham na construção civil de uma metrópole, regressam à terra natal. Agora, sem muito dinheiro para sustentar a família, o casal precisa contar com o bom tempo para obter uma farta colheita de arroz. Elenco de não profissionais e enquadramentos quadradões (com cara de telenovela antiga) enfraquecem o drama A Menina dos Campos de Arroz. O registro naturalista, contudo, capta as deslumbrantes paisagens do campo chinês, além de sua jovem protagonista combinar doçura e inocência genuínas. Estreou em 28/5/2015.
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  • Comédia dramática

    Minha Querida Dama
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    Comédia dramática. Mathias Gold (Kevin Kline), rico e solitário, herda um grande imóvel em Paris. Ao chegar à capital francesa, descobre que na propriedade mora Mathilde (Maggie Smith), uma senhora de 90 anos, nem um pouco disposta a mudar de endereço. É o começo de uma bela amizade. Com Kristin Scott Thomas.
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  • No mesmo ano do lançamento de E.T. — O Extraterrestre, o diretor Steven Spielberg, apenas como roteirista e produtor, estreou Poltergeist — O Fenômeno. Ambos os filmes, de 1982, marcaram época. Poltergeist deu uma revitalizada nas histórias sobrenaturais e, até hoje, possui um cena emblemática — a da garotinha tocando uma tela de TV e conversando com “amiguinhos imaginários” do outro lado do tubo. Por mais que a refilmagem apresente a mesma sequência e siga o roteiro original, tudo conspira contra o remake. A trama gira em torno da família Bowen. Como o patriarca, Eric (Sam Rockwell), perdeu o emprego, eles são obrigados a mudar para uma casa modesta. Lá, fatos estranhos têm início, e a situação piora numa noite em que Eric e a esposa (Rosemarie DeWitt) saem para jantar. A filha adolescente (Saxon Sharbino) fca presa numa gosma negra e seu pequeno irmão (Kyle Catlett) entra em desespero ao ser capturado pelos galhos de uma árvore. Após o sumiço da caçula (Kennedi Clements), o casal pede ajuda a um trio de caça-fantasmas para detectar o problema. Além da frágil tensão e do insípido clima de suspense, o novo Poltergeist carece de carga dramática. Uma resolução sem clímax só tende a tornar o programa bastante dispensável. Estreou em 21/5/2015.
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  • É inconfundível o estilo cinematográfico do diretor sueco Roy Andersson. Sete anos depois do devagar quase parando Vocês, os Vivos, o cineasta retorna com Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência, premiado com o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 2014. Como no filme anterior, estão de volta o roteiro de tom cômico e a filmagem com uma única câmera estática. São vários personagens em cenas curtas, quase esquetes de vidas monótonas, muitas vezes ambientados em lugares fechados, numa Suécia tomada por cores mortas. Entre uma e outra sequência dispensável, sobressai a história de dois vendedores. Na meia-idade e morando em quartos públicos, Sam e Jonathan (interpretados por Nils Westblom e Holger Andersson) passam os dias tentando comercializar artigos como dentadura de vampiro e saco de risadas. Bares, lojas e cômodos decorados com mobílias datadas representam a decadência, implícita em tramas de humor nonsense, surreal e singular. Entenda-se: para poucos. Estreou em 14/5/2015.
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  • Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador) viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Pronta para dar o próximo passo, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • Durante a crise econômica asiática do fim da década de 90, a indonésia Teresa (Angeli Bayani) começa a trabalhar como doméstica para a família Lim, em Singapura. O marido (Tian Wen Chen) perdeu o emprego como vendedor, mas não teve coragem de contar à esposa (Yeo Yann Yann), que está grávida do segundo filho. Para aumentar as dores de cabeça do casal, o primogênito, Jialer (Jialer Koh), é um pestinha. Hiperativo, o menino de 10 anos comporta-se muito mal e revela-se uma criança indomável. Quando Meus Pais Não Estão em Casa aproveita os quatro personagens para, de um olhar microscópico, fazer uma ampla radiografa da situação dramática de uma classe média em risco. Ao se debruçar sobre sua infância, o jovem diretor Anthony Chen, de 30 anos, monta um painel realista costurado por relacionamentos conturbados e afetos reprimidos. Durante a crise econômica asiática do fim da década de 90, a indonésia Teresa (Angeli Bayani) começa a trabalhar como doméstica para a família Lim, em Singapura. O marido (Tian Wen Chen) perdeu o emprego como vendedor, mas não teve coragem de contar à esposa (Yeo Yann Yann), que está grávida do segundo filho. Para aumentar as dores de cabeça do casal, o primogênito, Jialer (Jialer Koh), é um pestinha. Hiperativo, o menino de 10 anos comporta-se muito mal e revela-se uma criança indomável. Quando Meus Pais Não Estão em Casa aproveita os quatro personagens para, de um olhar microscópico, fazer uma ampla radiografa da situação dramática de uma classe média em risco. Ao se debruçar sobre sua infância, o jovem diretor Anthony Chen, de 30 anos, monta um painel realista costurado por relacionamentos conturbados e afetos reprimidos. Estreou em 30/4/2015.
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  • Comédia romântica

    Retorno a Ítaca
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    A ligação do diretor francês Laurent Cantet com Cuba começou no filme em episódios 7 Dias em Havana (2012). De volta à ilha de Fidel, o cineasta propõe um registro intimista sobre as mudanças naquele país em Retorno a Ítaca. Trata-se de um reencontro de amigos, regado a risos e lágrimas, passado numa única noite e de formato teatral. O regresso do título é o de Amadeo (Néstor Jiménez), que, por dezesseis anos, morou em Madri. No terraço de um edifício, de frente para o Malecón, o calçadão da capital, ele recebe a companhia de Tania (Isabel Santos), Rafa (Fernando Hechavarria), Aldo (Pedro Julio Díaz Ferran) e Eddy (Jorge Perugorría). Notam-se, em alguns detalhes, as transformações da nação comunista — seja numa garrafa de Coca-Cola, seja no iPhone de um personagem. Contudo, estão nos diálogos, duros e certeiros, as amargas lembranças e os desabafos de uma geração. Estreou em 11/6/2015.
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  • Documentário

    O Sal da Terra
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    Indicado ao Oscar 2015 de melhor documentário, O Sal da Terra segue a linha cronológica para apresentar o fabuloso trabalho do mineiro Sebastião Salgado, radicado em Paris. É o diretor Wim Wenders quem narra a trajetória do economista que se exilou na capital francesa em 1973 e, lá, deu início a uma nova profissão. Das emblemáticas fotos de Serra Pelada, passando pelos refugiados africanos, Salgado relembra os momentos enfrentados em suas aventuras pelo mundo. Voltado à recuperação da Mata Atlântica, também se dedica ao Instituto Terra, organização sem fins lucrativos criada por ele e por sua esposa em 1998. Bem resolvido para mostrar a carreira do biografado, o filme, no entanto, passa de raspão por questões afetivas e pessoais. Estreou em 26/3/2015.
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  • Roland Emmerich é hoje o maior especialista em filme-catástrofe, um gênero que teve seu auge na década de 70 com os já “clássicos” Terremoto, Aeroporto 75 e Inferno na Torre. Da mente de Emmerich, saíram de Independence Day a Godzilla, de O Dia Depois de Amanhã a 2012. Um diretor tão afiado no assunto faz falta em Terremoto — A Falha de San Andreas, comandado por Brad Peyton, responsável pelas fitas infantis Como Cães e Gatos 2 e Viagem 2: a Ilha Misteriosa. O roteiro segue o protocolo para apresentar personagens esquemáticos. Chefe do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, Ray (Dwayne Johnson) está se divorciando da mulher (Carla Gugino), que vai se casar com um arquiteto milionário (Ioan Gruffudd). O casal perdeu uma filha e, por isso, zela por cada segundo da vida da outra, a adolescente Blake (Alexandra Daddario). Um terremoto vai reaproximar Ray de sua ex quando, após os tremores, a garota fica sob os escombros de um prédio em São Francisco. Além dessa família, há, entre os tipos importantes, dois irmãos ingleses, um sismólogo e uma repórter. São poucas pessoas para muitos desastres movidos a efeitos visuais, alguns deles arrebatadores. O cinema digital domina o espetáculo e raras cenas são feitas na raça. Se o tsunami engolindo a Golden Gate impressiona, pouco se vê a população em desespero. Trata-se, enfim, de um programa para encher os olhos, mas, frio como as emoções de um computador, não consegue empolgar. Estreou em 28/5/2015.
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  • Ligados por um destino, a jovem Casey e o gênio Frank, embarcam em uma incrível missão para desvendar os segredos de um local enigmático em algum lugar no tempo e no espaço conhecido como Tomorrowland. O que eles precisam fazer lá mudará o mundo e eles para sempre. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • A sequência da fita de ação Os Vingadores (2012) reúne mais uma vez a equipe de super-heróis da Marvel. Desta vez, Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) terão de salvar o planeta da destruição enfrentando o vilão Ultron. Estreia prometida para 23/4/2015.
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Fonte: VEJA RIO