CINEMA

Anima Mundi

Aberta na última sexta, dia 2, a 21ª edição do festival de animação exibe, até domingo (11), uma programação tão farta quanto eclética

Por: Pedro Tinoco - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

Aberta na última sexta, dia 2, a 21ª edição do festival de animação exibe, até domingo (11), uma programação tão farta quanto eclética. Na longa lista de mais de 500 títulos cabem programas para todos os gostos. Entre os longas, em número recorde neste ano, a produção sul-coreana Padak (2012), de Lee Dae-hee, recorre à computação gráfica para contar a história de uma turma de peixes fisgados e aprisionados no aquário de um restaurante à beira-mar. Nessa espécie de Procurando Nemo para gente grande, atração de terça (6), às 21h, na Fundição Progresso, os personagens travam batalhas existenciais e sonham com a fuga improvável, enquanto aguardam a vez de ir parar no prato. Dica para a criançada, Anina (Uruguai/Colômbia, 2013), de Alfredo Soderguit, é uma agridoce fábula sobre a menina do título, que sofre na escola porque seu nome é um palíndromo (pode também ser lido de trás para a frente). O filme passa no domingo (11), também na Fundição, às 14h. Fãs da bizarrice e do nonsense vão se fartar na sessão dedicada à dupla americana de produtores Spike & Mike. No último dia do Anima Mundi, às 21h, no Oi Futuro Ipanema, serão exibidos onze curtas que vão do surreal ao repugnante. Na primeira categoria entra A Saga de Biorn, história de um velho viking que tenta morrer honrosa e violentamente para chegar ao paraíso dos guerreiros, repleto de bebida e mulheres, mas não consegue. A segunda ala é representada por loucuras como Daisy, narrativa da vingança de uma flor gigante contra uma menina má.

Confira a programação completa em abr.io/animamundi-2013

Fonte: VEJA RIO