Cidade

Interdição na Rio Branco começa no próximo sábado

Prefeitura programa para sábado, 29, interdição definitiva de três das cinco faixas da Avenida Rio Branco

Por: Redação Veja Rio - Atualizado em

Trânsito na Rio Branco terá mais restrições a partir de domingo
Trânsito na Rio Branco terá mais restrições a partir de domingo (Foto: Alexandre Macieira/Riotur)

Após demolir o Elevado da Perimetral, viaduto de 5 quilômetros que ligava o Aterro do Flamengo à Avenida Brasil, e fechar acessos ao centro pela Praça 15 e pela região portuária para a reforma urbanística da área, a prefeitura carioca programa para sábado, 29, a interdição definitiva de três das cinco faixas da Avenida Rio Branco.

+ Velocidade mínima: medidas drásticas são adotadas no tráfego para evitar o colapso

+ Rio tem o terceiro pior trânsito do mundo

+ Dez soluções para reduzir o trânsito

As obras na principal via do centro começaram em outubro, no trecho mais próximo da Praça Mauá, para a instalação do sistema de bondes que deverá começar a operar em 2016, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Hoje, apenas ônibus podem circular pela Rio Branco, que recebia 40 mil carros diariamente - outros 150 mil trafegavam pela Perimetral e pela Avenida Rodrigues Alves, na zona portuária, na direção da Avenida Brasil e da Ponte Rio-Niterói.

Segundo a prefeitura, o VLT estará funcionando no primeiro semestre de 2016, quando ocorrerá a Olimpíada. Estão previstos 28 quilômetros de trilhos e 42 paradas, da Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont, passando pela estação das barcas Rio-Niterói e pelo terminal Central do Brasil.

Mesmo antes da interdição parcial da Rio Branco, o trânsito já está caótico. Ônibus superlotados formam um paredão ao longo da avenida. Saturado, o metrô não atende a demanda adicional. Na semana passada houve mudança em itinerários e pontos de ônibus por causa das obras, o que causou mais confusão. Nas três horas de pico pela manhã, chegam à área central pelo menos 335 mil pessoas só de transporte público. (com Estadão Conteúdo). 

 

Fonte: VEJA RIO