DIVERSÃO

Dez obras imperdíveis na ArtRio 2013

Uma seleção com dez obras que você não pode perder na feira de arte que acontece no Rio entre os dias 5 e 8 de setembro

Por: Thaís Meinicke - Atualizado em

Começa nesta quinta (5), a terceira edição do ArtRio, já visto como o mais importante evento do segmento na América Latina. Até domingo (8), o evento reunirá na Zona Portuária grandes nomes da arte mundial, com a participação de algumas das galerias mais famosas do mundo, como a Gagosian Gallery, Gladstone e Pace, de Nova Iorque; Massimo de Carlo, de Milão; e Victoria Miro, de Londres.

Para você não perder as melhores obras da feira em meio a tantas opções nos quatro armazéns do Píer Mauá, VEJA RIO fez uma com dez trabalhos imperdíveis que fazem paerte do acervo de diferentes galerias que participam do ArtRio.

Buste d?homme, de Pablo Picasso

Um dos nomes mais conhecidos das artes no mundo, as obras do pintor espanhol podem ser facilmente reconhecidas pelo público. Inspirado pelo primitivismo, Picasso contribuiu significativamente para uma série de movimentos artísticos, como o cubismo, o surrealismo, o neoclassicismo e o expressionismo. O autorretrato em óleo sobre tela (61 x 50 cm) feito pelo pintor em 1965 faz parte do acervo da Gagosian Gallery, de Nova York.

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(Foto: Redação Veja rio)

Buste de Femme, de Alberto Giacometti

Conhecido por suas alongadas representações da forma humana, o artista suíço é detentor de uma marca de peso no mercado das artes: em 2010, a escultura Walking Man I, de 1960, bateu o recorde para uma obra de arte em um leilão, sendo vendida por 104,3 milhões de dólares. No ArtRio, o público poderá conferir uma escultura em bronze de Giacometti, Buste de Femme, de 1947, entre as obras da Gagosian Gallery.

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(Foto: Redação Veja rio)

A Sonnet I Never Wrote, de William Kentridge

O artista sul-africano é um dos expoentes da arte contemporânea. Conhecido por suas pinturas, desenhos e trabalhos em animação, já ganhou diversos prêmios de arte e teve suas obras expostas em espaços como o Tate Modern, em Londres (2012), o Louvre, em Paris (2010), o Centre Pompidou, em Paris (2002), o Museu Hirshhorn and Sculpture Garden, em Washington (2002), e o Palais des Beaux-Arts, em Bruxelas (1998). Esta obra de 2013, feita em nanquim sobre páginas do Craggs Universal Technological Dictionary (1826), faz parte do acervo da galeria Marian Goodman.

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(Foto: Redação Veja rio)

Apple [Rio], de Sarah Morris

Conhecida por suas pinturas geométricas, abstratas e retratos de cinema das metrópoles, o trabalho de Sarah Morris brinca com arquitetura, cores, formas e psicologia que ela associa a cada cidade. Está obra em tela, de 2012, faz parte da série produzida pela artista com inspiração na cidade do Rio de Janeiro e está no acervo da galeria White Cube.

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(Foto: Redação Veja rio)

Untitled, de Anish Kapoor

Vencedor do Turner Prize, importante prêmio inglês oferecido pela Tate Gallery, o artista cria esculturas elegantes que combinam materiais simples com formas geométricas e orgânicas. A obra sem título de 2012, feita em fibra de vidro e pintura, faz parte do acervo da Gladstone Gallery.

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(Foto: Redação Veja rio)

Untitled, de Ernesto Neto

Um dos mais influentes artistas contemporâneos brasileiros, Ernesto Neto cria ambientes que evocam a experiência corporal. Muitas vezes, trabalha com tecidos elásticos em cores vibrantes, que enche com materiais aromáticos, orgânicos ou táteis, como especiarias, café em grão ou isopor, dando-lhes formas sugestivas e fálicas. É o caso da obra sem título, de 2010, que pode ser vista na Galeria Fortes Vilaça. Ela é feita de crochê de corda de polipropileno, bolas de polipropileno, bolas de PVC, tubo acrílico e madeira.

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(Foto: Redação Veja rio)

Untitled, de Alexander Calder

O artista americano foi um dos maiores inovadores da arte moderna, ao desenvolver um método inovador de esculpir, com a flexão e torção de fios para criar desenhos tridimensionais. Na galeria Pace, é possível conferir uma escultura de Calder de 1945, feita de chapa de metal, fios e pinturas.

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(Foto: Redação Veja rio)

Flowers That Bloom Tomorrow (L), de Yayoi Kusama

Influente figura no cenário da arte pós-guerra em Nova York, a japonesa produz pinturas com loops e pontos, que representam a ideia de infinito. Mesmo com seu retorno ao Japão, na década de 1970, o trabalho da artista continuou a apelar para a imaginação e os sentidos. A galeria Victoria Miro conta com quatro obras de Kosama, entre elas, Flowers That Bloom Tomorrow, de 2010, feita com metal e pintura.

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(Foto: Redação Veja rio)

Sand Castle, de Adriana Varejão

Um dos nomes mais influentes da arte contemporânea mundial, a artista carioca já participou de mais de 70 exposições em diversos países e ganhou, em 2008, um pavilhão dedicado à sua obra no Centro Inhotim de Arte Contemporânea. Suas obras já foram expostas lugares como o Tate Modern, em Londres, e o MoMa, em Nova Iorque. Na galeria Victoria Miro, o público poderá conferir a obra Sand Castle, de 2011, feita em óleo em fibra de vidro e resina.

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(Foto: Redação Veja rio)

Da série Boa Noite Cinderela, de Nelson Leirner

O artista paulistano é considerado um dos mais provocativos da arte brasileira, com trabalhos iconoclastas, fundamentados na desconstrução da noção de arte. Na galeria Silvia Cintra + Box 4 é possível conferir um dos trabalhos da série Boa Noite Cinderela, com recortes de fotografias em acrílico, de 2013.

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(Foto: Redação Veja rio)

O Píer Mauá fica da Av. Rodrigues Alves, 10, no Centro. Mais informações no site www.artrio.art.br.

Fonte: VEJA RIO