Uma volta… por Oswaldo Cruz com a cantora Teresa Cristina

A sambista nunca deixou de frequentar o bairro que é um dos berços do samba na cidade. Veja as dicas de Teresa Cristina por lá

Foi na Lapa que a cantora Teresa Cristina ganhou notoriedade ao entoar, nas noites do Bar Semente, incontáveis canções de Paulinho da Viola. O repertório, dominado por composições do portelense, entrega a ligação que existe entre a sambista e a região de Oswaldo Cruz. “Foi onde descobri o samba e me tornei cantora”, declara a artista, de 45 anos. Ainda na infância, com a família, ela circulava pelos redutos da área e pelas quadras da Portela e do Império Serrano. “O vínculo continuou quando cresci. Mesmo na época em que morava no Leblon, enquanto minhas amigas iam pegar praia no Arpoador, eu me mandava para lá”, recorda essa vascaína de coração, que, apesar de morar na Vila da Penha, até hoje bate ponto nas feijoadas e rodas no Cafofo da Tia Surica. “É um lugar onde a gente respira samba por todos os lados”, diz a carioca, que estreou neste mês um show em homenagem a Candeia, célebre sambista da região.

“É a capital do samba do subúrbio, o berço de grandes tradições do nosso Carnaval”

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