“Tem que ser muito mulher para ser drag”

Letícia Spiller conta sobre novo filme em que trabalha como produtora e atriz

Na TV, ela já fez papéis marcantes, como a Babalu da novela Quatro por Quatro e Maria Regina, a vilã de Suave Veneno. No cinema, no entanto, seu currículo ainda é modesto. É nessa seara que a atriz Letícia Spiller decidiu apostar. Em novembro, ela leva às telas O Casamento de Gorete, filme no qual atuou como produtora e também em uma ponta. “Foi tudo muito difícil e penoso, não me valeu de nada ser a Letícia Spiller”, desabafa a artista, que tirou dinheiro do próprio bolso para levantar o projeto. “É um mercado complicado, mas vem aí uma comédia melhor do que Os Trapalhões”, diz, toda confiante, a loira, que aparece no longa interpretando uma drag queen. “Tem que ser muito mulher para ser drag. Precisei dançar num salto de 40 centímetros e engrossar ao máximo a voz. Não é efeito sonoro, sou eu mesma”, garante.

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