O Conto da Princesa Kaguya

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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Finalista do Oscar 2015 de melhor animação, O Conto da Princesa Kaguya perdeu o prêmio para Operação Big Hero. Dá para compreender a decisão. Ao contrário do desenho animado vencedor, da Disney, com apelo muito mais popular, a pequena obra-prima japonesa segue a “antiga” técnica dos traços manuais e traz à tona uma fábula, por vezes complexa, do século X. Embora seja um (longo) filme para a admiração dos adultos, os mais crescidinhos podem se entreter com a magia da trama. Nela, um cortador de bambu encontra um minúsculo bebê dentro de um caule e o leva para casa. Como não têm filhos, ele e a esposa decidem criar a menina, cuja velocidade de crescimento se revela espantosa. O pai deseja o melhor para a filha e, ao receber uma fortuna, deixa o campo em direção à cidade, constrói um casarão e espera a visita de pretendentes para sua princesa Kaguya. Rebelde, a jovem despreza as tradições e quer ter opinião e escolhas próprias. Em cores esmaecidas e estilo impressionista, o desenho arrebata pelo esplêndido visual, um precioso trabalho do veterano cineasta Isao Takahata, de 79 anos, um dos fundadores do já lendário estúdio Ghibli. Estreou em 16/7/2015.

Ficha técnica

Direção: Isao Takahata

Duração: 137 minutos

Recomendação: Livre

País/Ano:

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