Tudo sobre crônica

Nos tempos de trevas em que vivemos, todos perdem com a partida do Zuenir Ventura. Mas o Brasil perde muito mais
Deus inventou a Justiça. O diabo inventou o STF
Proponho aqui um resumo resumidíssimo do que é chique e do que é brega, xangai, cafona e grosseiro nos tempos que correm
Quando alguém conseguir entender o que diz um lacaniano, a Terra passará a girar em torno da Lua
Depois dos escândalos do Petrolão, da Lava Jato e do Banco Master, um novo tipo regional entra na nossa cultura tão diversa: o corrupto de Brasília
Se você já cantou “trocando de biquíni sem parar”, saiba que esse escambo de alhos por bugalhos tem nome – esse aí do título
Um dos eixos do livro é a elaboração do luto através da escrita
O que importa de verdade nesta cidade não vai escapar da minha crônica viperina e peçonhenta
– Eu nem conheço essa mulher, Lourdes, não sei como ela veio parar aqui...
Se o bom bordado se conhece pelo avesso, o relevante da vida pode estar nas suas desimportâncias
Terra seca, rachada, com um trecho que minha mãe penou para transformar em horta, à base de muita rega e muito salitre
O politicamente correto requer que se use “pessoa com vagina"
Pessoas complicadas se vitimizam, se comprazem na autocomiseração, se autoflagelam e atribuem a outras mãos a posse do chicote
Faça pirraça pelas coisas que você quer. Não se iluda com “Não vai arder” ou “Na volta a gente compra”. Bonzinho – grave bem isso – só se ferra
Emergiu, agora há pouco, intacto, um nome: Carl Chessman. Quem teria sido Carl Chessman?
Passo por eles a cada viagem, e são muitos, vindos não se sabe de onde, e apenas indo, seguindo à margem da rodovia
Ficar para tia significava ter sido enjeitada, preterida. Não ser desejável, não ser desejada, não ter direito ao desejo
Como essa gente lacradora de hoje acha que Tony Curtis, um dos maiores galãs do seu tempo, conquistou Marilyn Monroe?
Não era uma geladeira qualquer, mas daqueles refrigeradores enormes, de madeira, com muitas portas, e que ocupava uma parede inteira na cozinha
Fui um adolescente um tanto influenciável. E talvez nunca tenha passado por tantas transformações quanto naquele longínquo 1974
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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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