Tudo sobre crônica

No final das contas, gente “bem” acaba sempre se “cruzando” — com duplo sentido, por favor
Três míseros parceiros equivalem a um a cada quatro meses
O elefante-marinho carioca desperta uma enorme inveja nos milionários paulistas, que não podem conhecer a imponente criatura
De quatro em quatro anos, é um “Deus nos acuda” nas transgressões ao segundo mandamento
Nunca vi uma campanha tão xoxa quanto esta. O máximo que se observa são umas figuras melancólicas sacudindo bandeiras de candidatos
Caímos de amores, caímos em golpes (às vezes, essas duas quedas acabam dando na mesma)
Nos tempos de trevas em que vivemos, todos perdem com a partida do Zuenir Ventura. Mas o Brasil perde muito mais
Deus inventou a Justiça. O diabo inventou o STF
Proponho aqui um resumo resumidíssimo do que é chique e do que é brega, xangai, cafona e grosseiro nos tempos que correm
Quando alguém conseguir entender o que diz um lacaniano, a Terra passará a girar em torno da Lua
Depois dos escândalos do Petrolão, da Lava Jato e do Banco Master, um novo tipo regional entra na nossa cultura tão diversa: o corrupto de Brasília
Se você já cantou “trocando de biquíni sem parar”, saiba que esse escambo de alhos por bugalhos tem nome – esse aí do título
Um dos eixos do livro é a elaboração do luto através da escrita
O que importa de verdade nesta cidade não vai escapar da minha crônica viperina e peçonhenta
– Eu nem conheço essa mulher, Lourdes, não sei como ela veio parar aqui...
Se o bom bordado se conhece pelo avesso, o relevante da vida pode estar nas suas desimportâncias
Terra seca, rachada, com um trecho que minha mãe penou para transformar em horta, à base de muita rega e muito salitre
O politicamente correto requer que se use “pessoa com vagina"
Pessoas complicadas se vitimizam, se comprazem na autocomiseração, se autoflagelam e atribuem a outras mãos a posse do chicote
Faça pirraça pelas coisas que você quer. Não se iluda com “Não vai arder” ou “Na volta a gente compra”. Bonzinho – grave bem isso – só se ferra
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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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