Estreias narram vivências LGBTQIAPN + nos teatros cariocas
Obras expõem histórias de orgulho, preconceitos e julgamentos
Hétero Sigilo foi concebido após o dramaturgo e performer Bernardo Dugin sofrer um ataque homofóbico em uma missa de sétimo dia.
O fato teve repercussão nacional, tornando o padre réu em um processo que discute os limites entre discurso de ódio, religiosidade e liberdade de expressão.
No relato íntimo, com direção de João Fonseca, o ator une humor, dor e libertação para discutir sobre o custo psicológico dos pactos de silêncio.
Casa de Cultura Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema. Sex. e sáb., 20h. Dom., 19h. R$ 30,00 a R$ 60,00. Ingressos pelo funarj.eleventickets.com. Até 29 de março.
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Nascida em Portugal, Filipa de Sousa (1556-1600) tem sua trajetória resgatada no monólogo com autoria de Gabriela Amaral e direção de Maria Clara Guim.
Estrelado por Waleska Arêas, Filipa narra o julgamento da mulher que foi humilhada e açoitada por ser lésbica.
A costureira viveu em Salvador e, mais de quatrocentos anos depois, sua história ecoa como símbolo da resistência contra a homofobia.
Teatro Glaucio Gill. Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana. Qui. e sex., 20h. R$ 25,00 a R$ 50,00. Ingressos pelo funarj.eleventickets. com. Até 27 de março.
Das relações passionais às dores de cotovelo, o amor em suas diferentes facetas é a base de Nany É Pop, novo solo de Nany People que faz sessão única na quinta (12).
Com direção musical de Ricardo Severo, os números apresentados incluem canções inesquecíveis como Sob Medida (Chico Buarque), Dias Melhores Virão (Rita Lee), É O Amor (Zezé Di Camargo e Luciano) e O Negócio É Amar (Dolores Duran e Carlos Lyra).
Teatro Rival Petrobras. Rua Álvaro Alvim, 33, Centro. Qui. (12), 19h30. R$ 90,00 a R$ 200,00. Ingressos pelo sympla.com.br.







