Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br

3 Perguntas Para…

... Armandinho

Por Rafael Sento Sé
13 jul 2011, 14h16 • Atualizado em 5 dez 2016, 16h10
roteiroshows3perguntas.jpg
roteiroshows3perguntas.jpg (Redação Veja rio/)
Continua após publicidade
  • Dos discos do instrumentista baiano, o mais recente, Pop Choro (2009), é o único que leva a assinatura de Armandinho Macedo. Conhecido desde o início da carreira apenas pelo primeiro nome, o músico se viu obrigado a acrescentar o sobrenome paterno depois do surgimento de um homônimo gaúcho, fenômeno radiofônico com os versos-chiclete “Quando Deus te desenhou/ele tava namorando”. Tranquilo como de costume, Armandinho, o primeiro, levou a coincidência na esportiva e segue impressionando plateias com seu virtuosismo no bandolim e na guitarra baiana. Ele volta a se apresentar ao lado dos companheiros do grupo A Cor do Som, um sucesso dos anos 70 e 80, de quinta (14) a sábado (16), no Teatro Rival.

    Por que você e os parceiros de A Cor do Som decidiram voltar aos palcos? Fizemos apresentações esporádicas nos últimos dois anos e a recepção do público nos impressionou muito. Encontramos plateias mais jovens. Nem imaginávamos que elas conheciam nosso trabalho. Isso nos empolgou bastante, até voltamos a compor pensando num disco.

    No show, apresentamos três músicas novas.

    O estouro do outro Armandinho o atrapalhou de alguma forma? Sou conhecido em Salvador, mas, quando ele estourou, as pessoas começaram a me cumprimentar mais e me parar mais vezes para pedir autógrafo. Só depois, ao vê-lo no Faustão, fui entender o porquê de o assédio ter aumentado. Agora ninguém mais fala dele.

    Como nasceu a guitarra baiana? É uma evolução da experiência do meu pai (Osmar Macedo) e do Dodô, criadores do trio elétrico. Eles queriam tirar mais volume dos instrumentos para o Carnaval. Eletrificaram um violão, mas a caixa acústica do instrumento atrapalhava, dava logo microfonia. A solução foi encher o buraco do violão de pano. Eles perceberam que a corda vibrando na frente do microfone já era suficiente para tirar som. Daí, passaram a um cepo maciço que chamavam de pau elétrico. Eles são os verdadeiros inventores da guitarra. Na II Guerra havia muitos marinheiros americanos por aqui e um deles comprou um dos instrumentos.

    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do RJ

    A partir de R$ 29,90/mês