Superman voa para as telonas e mais estreias da semana
Outro lançamento é o documentário Yõg ãtak: Meu Pai, Kaiowá, da cineasta indígena Sueli Maxakali, uma odisseia familiar sobre a resistância do seu povo
SUPERMAN. O personagem mais famoso dos quadrinhos voa para as telonas movido pela esperança. Em uma sociedade na qual valores de justiça e verdade são considerados antiquados, o menino kryptoniano criado como Clark Kent (David Corenswet) vira um superherói que luta por um futuro melhor. A nova aventura reúne figuras clássicas, como a jornalista Lois Lane (Rachel Brosnahan) e o vilão Lex Luthor (Nicholas Hoult), bem como Lanterna Verde (Nathan Fillion), Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o cãozinho Krypto. Responsável pela trilogia Guardiões da Galáxia (2014-2023) e o divertido O Esquadrão Suicida (2021), James Gunn é o diretor da produção e a mente criativa por trás do novo universo cinematográfico da DC Comics. Estreia nos cinemas na qui. (10).
SHADOW FORCE — SENTENÇA DE MORTE. Os indicados ao Globo de Ouro Kerry Washington (Scandal e Django Livre) e Omar sy (Lupin e Os Intocáveis) interpretam Kyrah Owens e Isaac Sarr, agentes de uma unidade de operações ultrassecreta cuja principal regra é: nunca se apaixonar. Quando quebram a diretriz, a organização começa a caçá-los e o casal se vê em uma fuga perigosa. Os dois precisarão enfrentar os antigos empregadores para garantir a sobrevivência de seu filho. O elenco — que também traz nomes como Mark Strong e Da’Vine Joy Randolph, vencedora do Oscar por Os Rejeitados — é comandado por Joe Carnahan, que tem no currículo filmes de ação eletrizantes como Esquadrão Classe A. Estreia nos cinemas na qui. (10).
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YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ. A diretora Sueli Maxakali e a irmã Maísa, do povo indígena Tikmũ’ũn, de minas Gerais, foram separadas do pai, Luis Kaiowá, ainda bebês por agentes da Ditadura militar. Mais de quatro décadas depois, elas descobrem que o genitor está vivo e mora na aldeia Laranjeira Nhanderu, no mato Grosso do sul. A cineasta, então, decide se juntar a Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lannae para registrar o reencontro. No centro da odisseia familiar, temas como a resistência à violência estatal e ao esgotamento das condições de vida em suas terras. O longa documental, que passou na mostra de Tiradentes, resgata a memória de dois territórios, três línguas e incontáveis histórias. Estreia nos cinemas na qui. (10).
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