Do clássico ao popular, um roteiro para conferir em galerias na Zona Sul

Em Manejo, Mano Penalva exibe objetos, esculturas e ready-mades ligados a saberes populares e sistemas informais de medidas

Por Carolina Ribeiro 5 abr 2026, 07h31 | Atualizado em 6 abr 2026, 11h39
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Manejo: Mano Penalva exibe objetos, esculturas e ready-mades ligados a saberes populares e sistemas informais de medidas (Estúdio em obra/Divulgação)
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Em Manejo, Mano Penalva exibe objetos, esculturas e ready-mades ligados a saberes populares e sistemas informais de medidas (como as expressões “bocado” e “um tanto”). O imaginário das feiras é retratado em uma instalação com caixotes de madeira articulados com nomes de pessoas e ingredientes (foto). Portas Vilaseca. Rua Dona Mariana, 137 (casa 2), Botafogo. Ter. a sex., 11h/19h. Sáb., 11h/17h. Grátis. Até 9 de maio.

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Tremer Tremer: catarinense Gabriela Machado comemora quatro décadas de carreira em exposição (Gabriela Machado/Divulgação)

Gabriela Machado comemora quatro décadas de carreira em Tremer, Tremer, É Sempre Assim, com pinturas recentes em grande escala e desenhos em acrílica sobre papel. A catarinense adota uma paleta cítrica para pintar elementos da paisagem, como galhos, flores e ondas. Maneco Müller: Multiplo Galeria. Rua Dias Ferreira, 417, Leblon. Seg. a sex., 10h/18h. Sáb., mediante agendamento. Grátis. Até 15 de maio. 

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Um Rio em Mim: Manoela Medeiros explora os limites entre construção e destruição, bem como cultura e natureza (Rafael Salim Estudio/Divulgação)
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 A sobreposição de camadas de tinta seguida de um processo de escavação é uma das marcas das pinturas de Manoela Medeiros, que estreia Um Rio em Mim. A carioca explora os limites entre construção e destruição, bem como cultura e natureza. Em algumas composições, rasga as paredes do espaço como extensão das obras. Nara Roesler. Rua Redentor, 241, Ipanema. Seg. a sex., 10h/18h. Sáb., 11h/15h. Grátis. Até 9 de maio.

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Depois do Monumento: Laércio Redondo e Birger Lipinski propõem um jogo entre materiais e escalas (Jaime Acioli/Divulgação)

 Vinte peças sobre tradição configuram Depois do Monumento, de Laércio Redondo em colaboração com Birger Lipinski. A dupla propõe um jogo entre materiais e escalas, a partir de monotipias em placas de cerâmica com recortes de estátuas greco-romanas. Silvia Cintra + Box 4. Rua das Acácias, 104, Gávea. Seg. a sex., 10h/19h. Grátis. Até 24 de abril. 

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