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Cidade fervilhante: quatro novas exposições para conferir no Centro do Rio

São duas coletivas no Centro Cultural Justiça Federal, e mostras de Jarbas Lopes na Gentil Carioca e de Anna Costa e Silva no Centro de Artes Helio Oiticica

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 5 Maio 2023, 14h02 - Publicado em 4 Maio 2023, 19h29

Centro Cultural Justiça Federal

O espaço abre duas novas exposições, ambas coletivas. O Real Arde faz parte do processo investigativo do grupo Arte Socialmente Implicada que nasceu de um grupo de estudos homônimo proposto por Bia Petrus pela Escola Sem Sítio, nas intersecções entre arte, território urbano e educação. São obras de 16 artistas que estabelecem uma relação entre o espaço expositivo, a rua e o público, a partir da conexão do corpo com o espaço. Já Corpo de Delito reúne dez artistas em torno do diálogo arte e ciência, e propõe um olhar entre vida e morte, com obras de arte contemporânea e itens do acervo do Museu de Cera do Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto e do Centro Cultural da Polícia Civil, com esculturas de cera do médico e artista Alberto Baldissara.​

Avenida Rio Branco, 241, Centro. Ter. a dom., 11h/19h. Grátis. De 6 de maio a 18 de junho.

Lua/Luta

Na mostra de Jarbas Lopes, vida e arte estão entrelaçadas, em um processo de criação contínua, de acordo com a curadora, Catherine Bompuis. Performance, maquetes, esculturas, pinturas elásticas, projetos utópicos e desenhos parecem ser concebidos em um mesmo movimento onde o corpo ocupa o lugar central. “Mais do que cada objeto tomado separadamente, são as relações tecidas entre os objetos e as ações, entre o individual e o social, que dão sentido à obra”, diz Bompuis.

A Gentil Carioca. Rua Gonçalves Lédo, 11 e 17, sobrado, Centro. Abertura: Sáb. (6), 17h/22h. Visitação: Ter. a sex., 12h/18h. Sáb., 12h/16h. Grátis. De 6 de maio a 17 de junho.

Tamagochi_Balé

A mostra surgiu de um sonho distópico da artista visual Anna Costa e Silva. Impactada, ela abriu uma chamada pública para escutar outros sonhos e descobriu narrativas igualmente distópicas.  O material deu origem ao vídeo central que dá nome à exposição e mais três vídeos que completam a experiência imersiva. A artista também convidou Darks Miranda, que apresenta uma série de esculturas com uma experiência de entrada nesse mundo onírico-distópico-digital. Para completar, a exibição traz uma cama onde o visitante pode deitar e ouvir os sonhos narrados, além de um ritual-­performance, ao vivo, conduzido pela artista Dual. A inauguração marca a abertura da Galeria 8, que fica no terceiro andar do centro cultural, com aproximadamente 380 metros quadrados.

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Rua Luís de Camões, 68, Centro. Grátis. Abertura: Sáb. (6), 13h/17h. Visitação: Seg a sáb, 10h/18h. Grátis. De 6 de maio a 6 de junho.

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