Chamada de Emergência

Halle Berry é protagonista do suspense de narrativa eletrizante

Por Miguel Barbieri Jr. 12 abr 2013, 15h43 | Atualizado em 5 dez 2016, 14h41
Greg Gayne/divulgação
Greg Gayne/divulgação (Redação Veja rio/)
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AVALIAÇÃO ✪✪✪

Jordan Turner (Halle Berry) trabalha como atendente do serviço de emergência 911 e, ao falhar na ajuda a uma jovem, cai em depressão. Afastada do cargo, passa a supervisionar os novos funcionários. A chance de dar a volta por cima chega com o telefonema de Casey (Abigail Breslin, a menininha de Pequena Miss Sunshine), uma adolescente sequestrada por um psicopata (Michael Eklund). Ela foi dopada ao sair de um shopping e jogada no porta-malas de um carro. Pelo celular, fica em contato com Jordan, enquanto a polícia de Los Angeles tenta localizá-la. A trama segue a cartilha do suspense e conta com uma direção de alta voltagem de Brad Anderson (O Operário). Em narrativa tensa, de fazer o espectador se contorcer na poltrona, o filme busca um final polêmico, que provoca catarse na plateia. Alguns podem olhar torto para o desfecho, mas que ele funciona, funciona. Direção: Brad Anderson (The Call, EUA, 2013, 94min). 16 anos. Estreou em 12/4/2013.

Direto da máfia: Michael Imperioli, o Christopher da série Família Soprano, participa do longa como o motorista que desconfia de algo suspeito no veículo do sequestrador.

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