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Mahalo

(Desde 2015)

Tipos de Comidinhas: Sucos

Veja Rio:

Endereço: Rua Nelson Mandela, 100 - loja 120 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa

Telefone: (21) 37952786

Horário:

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domingo 09:00 - Último cliente

Resenha por Fabio Codeço

Ao lado do metrô em Botafogo, convertida em agitado polo gastronômico, a Rua Nelson Mandela reafirma sua vocação. Depois de bares, restaurantes, um café e uma delicatessen, o trecho de pouco mais de 200 metros ganhou uma casa de sucos. Inaugurada em junho, a Mahalo chama atenção pela decoração inspirada no Havaí — o nome significa “obrigado” na língua local. O cenário é composto de cadeiras de madeira pintadas de azul, adornos de bambu, imagens inspiradas no universo do surfe e, em parte do piso, areia e conchas. São acertos do cardápio sugestões líquidas como a saborosa reunião de chá-verde, abacaxi e gengibre (R$ 8,90, 300 mililitros), batizada de suchá, além dos sucos — o de frutas vermelhas custa R$ 9,90 (300 mililitros). A comida, porém, tropeçou na execução e na apresentação, um tanto desleixada. O cachorro-quente (R$ 17,90), coberto por molho de tomate e calabresa, chegou em pão murcho ao lado de batatas industrializadas. Dica doce, a cocada de forno (R$ 14,90) veio com partes queimadas, escoltada por sorvete que se esfarelava no prato.  

    Ao lado do metrô em Botafogo, convertida em agitado polo gastronômico, a Rua Nelson Mandela reafirma sua vocação. Depois de bares, restaurantes, um café e uma delicatessen, o trecho de pouco mais de 200 metros ganhou uma casa de sucos. Inaugurada em junho, a Mahalo chama atenção pela decoração inspirada no Havaí — o nome significa “obrigado” na língua local. O cenário é composto de cadeiras de madeira pintadas de azul, adornos de bambu, imagens inspiradas no universo do surfe e, em parte do piso, areia e conchas. São acertos do cardápio sugestões líquidas como a saborosa reunião de chá-verde, abacaxi e gengibre (R$ 8,90, 300 mililitros), batizada de suchá, além dos sucos — o de frutas vermelhas custa R$ 9,90 (300 mililitros). A comida, porém, tropeçou na execução e na apresentação, um tanto desleixada. O cachorro-quente (R$ 17,90), coberto por molho de tomate e calabresa, chegou em pão murcho ao lado de batatas industrializadas. Dica doce, a cocada de forno (R$ 14,90) veio com partes queimadas, escoltada por sorvete que se esfarelava no prato.