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Álcool gel em excesso pode ressecar e irritar a pele

Segundo a dermatologista Daniela Alvarenga, o produto deve substituir água e sabão apenas em casos de emergência

Por Fernanda Thedim - Atualizado em 22 Maio 2020, 19h16 - Publicado em 1 Maio 2020, 08h00

Eficiente na prevenção do coronavírus, o álcool em gel deve ser utilizado como um SOS, quando não há como lavar as mãos com água e sabão, diz a dermatologista Daniela Alvarenga. Segundo a médica, o uso excessivo do produto pode ressecar a pele, provocando coceira e dermatites. “Estamos vivendo em um período de stress, e a disidrose, doença dermatológica que causa descamação nas mãos, pode piorar nesses momentos”, alerta.

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Para minimizar esses efeitos, o ideal é aplicar um hidratante três a quatro vezes ao dia. De acordo com Daniela, a quantidade necessária do álcool se assemelha a uma bolinha do tamanho de uma ervilha. “Ao fim da aplicação, a mão deve estar úmida para que o produto seque sozinho, mas não a ponto de ficar melada e ocorrer acúmulo entre dedos e anéis, o que aumenta o risco de irritação local”, ensina a médica.

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