Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês

Por que você deve ir ao novo Irajá, do chef Pedro de Artagão

A autêntica e saborosa cozinha autoral do mestre-cuca está de volta, desta vez na badalada Rua Dias Ferreira, no endereço que abrigou o extinto Quadrucci

Por Carolina Barbosa Atualizado em 17 set 2021, 11h02 - Publicado em 17 set 2021, 06h00
Irajá -
Irajá – surf n’turf com miolo de batata assada Alexander Landau/Divulgação

Era o início da quarentena, em março de 2020, quando o chef e restaurateur Pedro de Artagão encerrou os trabalhos do premiado Irajá, aberto há uma década em um charmoso casarão em Botafogo. Felizmente, o hiato durou pouco — e ele o trouxe de volta, com toda a sua autêntica e saborosa cozinha autoral, desta vez à badalada Rua Dias Ferreira, no endereço que abrigou o extinto Quadrucci.

Projetado pelo arquiteto Mauricio Nóbrega, o ambiente intimista, capaz de acolher apenas 26 pessoas por giro, destaca a estante com prateleiras de madeira que guarda as louças e serve de divisória entre o salão e a cozinha. É de lá que sai a degustação com três (R$ 210,00), cinco (R$ 260,00) ou, em breve, oito tempos (R$ 380,00), revelando receitas como as delicadas vieiras com emulsão do próprio coral e purê de raiz-forte, o ravióli chinês de rabada, creme de queijo tulha e molho do assado e agrião, e o surf n’turf (foto). Esse último traz coração de filé, molho béarnaise de king crab, saladinha fresca e miolo de batata assada.

Antes de pedir a conta, o dilema recai sobre as criações doces, bem representadas pelo delicioso gâteau de pistache e gianduia, e o bolo de fubá com sorvete de milho-verde, pó de pipoca e de doce de leite. É para sair feliz e já pensando no bis. Rua Dias Ferreira, 233, Leblon. 19h/23h (fecha dom. e seg.).

+Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Continua após a publicidade
Publicidade