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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Thierry Frémaux e Walter Salles dão aula de cinema em Niterói  

Diretor do Festival de Cannes esteve no Reserva Cultural para falar sobre a memória do cinema

Por Daniela
Atualizado em 20 nov 2025, 12h25 - Publicado em 20 nov 2025, 12h00
ean Thomas Bernardini, CEO da Imovision; Thierry Frémaux, diretor do Festival de Cannes; e o cineasta Walter Salles Jr.
ean Thomas Bernardini, CEO da Imovision; Thierry Frémaux, diretor do Festival de Cannes; e o cineasta Walter Salles Jr. (Reserva Niterói/Reprodução)
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Jean Thomas Bernardini, CEO da Imovision; Thierry Frémaux, diretor do Festival de Cannes; Isabel Swan, vice-prefeita de Niterói; e o cineasta Walter Salles Jr.
Jean Thomas Bernardini, CEO da Imovision; Thierry Frémaux, diretor do Festival de Cannes; Isabel Swan, vice-prefeita de Niterói; e o cineasta Walter Salles Jr. (Reserva Cultural/Reprodução)

O francês Thierry Frémaux, diretor do Festival de Cannes, esteve no Reserva Cultural, em Niterói, nessa quarta (19/11), para uma conversa com o diretor Walter Salles sobre cinema e, ainda, para lançar seu novo filme, “Lumière, a aventura continua” — sequência de cem filmes restaurados dos irmãos Lumière com estreia em 11 de dezembro.

Foi uma repetição do que tinha acontecido na Cinemateca Brasileira, em SP do dia anterior, com ambos.

A visita, organizada pela Imovision, celebrou o trabalho de restauração do Institut Lumière e também aquele namoro antigo entre Cannes e o nosso cinema. “O Brasil é um grande país de cinema, com forte tradição cinéfila, grandes artistas, grandes personalidades e festivais importantes em São Paulo, no Rio e em outras cidades. O Brasil está vivendo uma espécie de idade de ouro contemporânea”, disse Frémaux.

É a segunda visita do francês ao país — a primeira foi em 2017, para a pré-estreia do início dessa série Lumière.

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Na plateia, todo mundo com fone de tradução simultânea enquanto Walter Salles conduzia a conversa em francês. “É preciso cuidar da memória e do passado. Quando não sabemos de onde viemos, não sabemos para onde vamos”, disse Frémaux, que produziu um documentário com um arquivo raríssimo dos primórdios do cinema.

Ele ainda contou que sua primeira lembrança cinematográfica não é do filme (“Branca de Neve”), mas sim da sala de cinema — e brincou: “Teatro é muito bom, mas você não pode dormir. No cinema, se não gostar do filme ou estiver cansado, você pode dormir. A sala de cinema deveria ser como uma embaixada, um lugar protegido”. Rsrsrsrs!

Frémaux também atribuiu esse novo fôlego do Brasil à mudança de cenário político, com a volta de um governo que apoia a cultura. Salles completou lembrando que “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar, mistura memória política individual e coletiva — um exemplo da importância de preservar histórias.

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O ponto central do encontro foi claro: preservar o cinema é urgente. Restauração, memória e responsabilidade coletiva.

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