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Lu Lacerda

Por Lu Lacerda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Jornalista apaixonada pelo Rio

Hemorio — Leticia Colin canta, doa e se emociona: “Experiência ancestral”  

O Hemorio, no Centro, ficou cheio de alegria com o Festival do Bem, no Dia Nacional da Doação de Sangue

Por Daniela
Atualizado em 27 nov 2025, 11h37 - Publicado em 26 nov 2025, 17h01
Leticia Colin com o filho Uri
Leticia Colin com o filho Uri (./Divulgação)
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Os artistas participantes do festival (./Divulgação)

O Hemorio, no Centro, ficou cheio de alegria, nessa terça (25/11), com o Festival do Bem, no Dia Nacional da Doação de Sangue. Entre os convidados da ONG Conexão do Bem, vários artistas: Leticia Colin, o casal Rodrigo Simas e Agatha Moreira, Leticia Spiller, Sophia Abraão, Julia Rabello, André Dale, Thais Belchior, Rodrigo Fagundes, Louise D’Tuani, Bella Camero, Matheus Sodré, Julia Gorman, Cirillo Luna, Pedroca Monteiro e Terra Blanco.

“Foi maravilhoso. Sou amiga de várias pessoas que fundaram a ONG, especialmente Felipe Haiut e Mag Pastori. Há alguns anos tento ir, mas sempre aparece um compromisso no dia. Desta vez, o universo abriu as portas, e foi uma experiência fundamental. Eu diria até ancestral! Tudo muito simples: estar lá, cantar canções que todo mundo conhece… isso tem um potencial transformador, aumenta a fé na vida”, contou Leticia Colin à coluna.

A programação foi intensa: sessão teste do filme infantil “Clarice Vê Estrelas” — baseado no livro de Letícia Pires — exibida dentro dos quartos; karaokê no salão dos doadores; e, claro, o tradicional cortejo musical que enche o hospital de vida com todos os artistas.

Na estreia do festival, em 2024, o Hemorio recebeu mais de 300 doações em um único dia (a atual ainda não foi contabilizada). A proposta é simples e poderosa: valorizar a saúde pública, engajar novos doadores e transformar um ambiente hospitalar — muitas vezes associado à espera, dor e tensão — em um espaço de arte, afeto e cidadania.

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“A gente sai de lá transformado. Vivemos nossas vidas sem pensar na rotina de um hospital, nas doenças crônicas que exigem transplantes, internações… Ver isso de perto muda tudo. O festival foi um dia de repactuar a gratidão, a dignidade da vida — por mais desafiadora que seja — e perceber que sempre é possível vivê-la com afeto e cuidado. A doação em si, esse gesto de ir lá e compartilhar um pouco do seu corpo com outra pessoa… isso dá uma chacoalhada. Eu amei participar e recomendo a todos, tanto doar sangue quanto conhecer a ONG Conexão do Bem”, finaliza Colin.

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