A Flexa termina o ano sem saber o que é mau tempo: individual e coletiva
“Marlene Almeida: veios da terra” e “Lá e cá: deslocamentos construtivos”, com Hélio Oiticica, Lygia Pape, Emmanuel Nassar e José Damasceno
Luisa Duarte, Pedro Buarque e Maria Ferro, sócios da Galeria Flexa, no Leblon, fecham 2025 sem saber o que é mau tempo: inauguraram nessa quinta-feira (28/11) a primeira individual, “Marlene Almeida: veios da terra”, e também a coletiva “Lá e cá: deslocamentos construtivos”, com nomes como Hélio Oiticica, Lygia Pape, Emmanuel Nassar e José Damasceno.
O trabalho da paraibana Marlene, de 83 anos, com barro, na terra, no pó, desde os anos 1970, anda por aí recolhendo solos, argilas e sedimentos, que transformou em tinta, pigmento, cor e memória.
Na mostra, trabalhos – feitos entre 2019 e 2024 – trazem tons de ferrugem, terracota, cinza e terra seca, como quem pinta a história não contada. “A cor não se preocupa com o tempo”, diz a artista.
E na coletiva, que encerra o programa do ano sob direção artística de Luisa, estão diferentes gerações da arte brasileira, com texto crítico de Moacir dos Anjos, em tom poético para dizer como esses artistas transformam a herança construtiva e concreta em linguagem viva, atravessada pela cor, pela inventividade, pela presença do corpo e pela dimensão sensível.
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