Cláudio Castro torna Velhas Guardas do samba patrimônio do RJ
Governador sanciona lei que reforça a preservação da memória, da cultura e da identidade das escolas de samba
No Dia Nacional do Samba, celebrado nesta terça-feira (02/12), o governo do Estado deu um passo simbólico e necessário para a valorização das raízes do Carnaval. O governador Cláudio Castro sancionou a Lei nº 11.038/2025, que reconhece oficialmente as Velhas Guardas das escolas de samba como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro. A medida, publicada no Diário Oficial, reforça o papel desses grupos na construção da identidade cultural fluminense.
“As Velhas Guardas são guardiãs vivas da nossa história. Quando o Rio protege suas matriarcas e patriarcas, protege a alma do nosso povo. Esse reconhecimento é um gesto de respeito e gratidão a quem construiu o Carnaval como o mundo conhece e admira”, afirmou o governador.
A legislação sublinha a importância das Velhas Guardas para a preservação da memória e da estética de cada agremiação. São elas que carregam histórias que atravessam décadas — dos terreiros e quintais onde o samba floresceu até a Marquês de Sapucaí, onde se tornaram símbolo de elegância, cadência e ancestralidade. Mais do que alas tradicionais, funcionam como conselhos vivos, responsáveis por transmitir saberes, rituais e modos de fazer que sustentam a cultura do samba.
Compostas por sambistas que dedicaram uma vida às suas escolas, as Velhas Guardas mantêm viva a interpretação clássica do desfile, o vestir, o cantar e o desfilar que moldaram gerações. Em cada agremiação, são tratadas como instituições sagradas — elos fundamentais entre o passado e o futuro das comunidades que fazem do samba um patrimônio afetivo do Rio.
Bennett: moradores do Flamengo choram de tristeza com derrubada de árvores
Vem muita folga por aí! A lista completa de feriados no Rio em 2026
Fiscalização admite dificuldade para coibir cobranças irregulares em táxis
IPTU 2026: confira as datas de pagamento no Rio e descontos disponíveis
Vestígios: Arpoador segue sem pudor depois de 1 ano do “surubão” (vídeo)





