Em respeito ao luto de Lexa, Unidos da Tijuca não terá rainha de bateria

Anúncio foi feito pela escola nas redes sociais após a cantora, que ocupava o posto, relatar a perda de sua bebê, Sofia, aos três dias de vida

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
11 fev 2025, 17h24
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Lexa: cantora perdeu bebezinha após ter parto antecipado (Instagram/Reprodução)
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A Unidos da Tijuca anunciou que não terá rainha de bateria após Lexa, que ocupava o posto, perder o bebê. A cantora, que desfila pela escola desde 2019, já havia deixado a função quando deu entrada no hospital, no dia 21 de janeiro, com quadro de pré-eclâmpsia.

A cantora perdeu a bebê, Sofia, que nasceu no dia 2 de fevereiro, e morreu após três dias. A menina veio ao mundo prematura e em condição de alto risco. Em respeito ao luto da artista, a escola decidiu não substituí-la na Avenida, e divulgou a decisão nesta segunda (10), em uma publicação no Instagram.

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Além de uma foto da artista com os dizeres “Força, Lexa”, a agremiação publicou um texto na legenda, assinado pelo presidente Fernando Horta, com palavras de consolo à cantora. “Através desta mensagem, que é também uma prece, desejamos nossos mais profundos sentimentos à Lexa e seu companheiro Ricardo Vianna, pela passagem da menina Sofia de volta aos braços do Orum”, diz um trecho.

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“E é por respeito, consideração e carinho, que anunciamos a decisão de não estabelecer ninguém à frente da bateria Pura Cadência para esse Carnaval, num gesto de empatia, de importância e de homenagem”, finaliza a mensagem.

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A gravidez durou apenas 25 semanas e quatro dias, como contou a artista em um triste e emocionado post nas redes sociais. “Vivi os dias mais difíceis da minha vida. Eu senti cada chutinho, eu conversei com a barriga, eu idealizei e sonhei tantas coisas lindas pra gente… foram 25 semanas e 4 dias de um gestação muuuito desejada”, disse Lexa.

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Ela relatou que teve pré-eclâmpsia precoce com síndrome de Hellp, e o parto precisou ser antecipado para salvar a vida de mãe e filha. “Dezessete dias de internação, Clexane, mais de 100 tubos de sangue na semi-intensiva e três na UTI sulfatando e lutando pelas nossas vidas minha filha”, explicou.

“Fiz um pré-natal perfeito, fiz TUDO, mas minha pré-eclâmpsia foi muito precoce, extremamente rara e grave… O meu fígado começou a comprometer, os meus rins e o doppler da minha bebezinha também… Mais um dia e eu não estaria aqui pra contar nem a minha história e nem a dela. Agora tô buscando um rumo na minha vida, uma parte de mim se foi…”, detalhou.

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