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PM reforça presença na Zona Norte e em Niterói com volta de horas extras

Irajá, Méier e Rocha Miranda estão na lista de locais beneficiados

Por Redação VEJA RIO - 10 jul 2018, 13h43
Nave do conhecimento na praça Nossa Senhora da Apresentação, em Irajá
Nave do conhecimento na praça Nossa Senhora da Apresentação, em Irajá Selmy Yassuda/Divulgação

A Polícia Militar aumentou nesta semana em 286 o número de agentes disponíveis para vigilância na Zona Norte do Rio. O motivo do reforço foi a volta dos pagamentos do Regime Adicional de Serviço (RAS), iniciativa que permite aos policiais trabalharem em horas extras e que estava suspensa desde 2016. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.

Os batalhões de Irajá, Méier e Rocha Miranda foram alguns dos maiores beneficiados pela novidade, com 60 PMs por dia incorporados a seus efetivos. Em Niterói, o reforço diário foi de 65 agentes. No total, 1231 militares passarão a fazer hora extra em todo estado. De acordo com o comando da corporação, a distribuição da tropa privilegiou os locais que registram hoje o maior número de roubos de veículos e assaltos a pedestres.

Criado em 2012, o RAS foi a maneira encontrada pelo Governo do Estado para resolver dois problemas: a baixa remuneração do efetivo e a falta de policiais. Inicialmente facultativo, o sistema logo foi tornado compulsório. Hoje, quem participa dele cumpre um turno de oito horas, entre 6h e 22h.

65ª morte

Na madrugada desta terça (10), o soldado Rodrigo Passos Soares foi morto na avenida Brasil, na altura de Bonsucesso. O agente foi 65º policial morto no estado em 2018. O militar fazia a ronda de carro com um colega quando a viatura foi metralhada após abordar uma moto com duas pessoas.

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