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Como é a operação para retirar 40 gatos de telhado de loja em Botafogo

Prefeitura usa armadilhas e redes para remover colônia de felinos que vive há décadas em laje sem proteção e com risco estrutural

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 26 ago 2025, 13h39 - Publicado em 26 ago 2025, 13h38
um dos felinos da colônia em Botafogo
Laje exposta: prefeitura tenta retirar com segurança colônia que vive há décadas em laje sem proteção (Reprodução Instagram/Prefeitura do Rio de Janeiro)
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Quatro gatos foram resgatados de uma colônia que vive há décadas no telhado de um imóvel da Rua São Clemente, 5, em Botafogo, onde funciona uma loja de material de construção. Dois deles, um adulto e um filhote, foram retirados do local nesta segunda-feira (25). A operação, que vem sendo conduzida há mais de 20 dias pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SMPDA)  busca retirar com segurança cerca de 40 felinos que recebem alimento diariamente, no alto da laje, jogado por moradores da vizinhança. Os animais resgatados são levados para a Fazenda Modelo, em Guaratiba, na Zona Oeste, onde passam por castração, microchipagem, avaliação veterinária e, em seguida, ficam disponíveis para adoção. “Ao longo do tempo, os animais foram se proliferando e alguns já caíram do telhado e se machucaram. Então, para preservá-los, é preciso remover a colônia. Mas o trabalho é complexo porque eles são ariscos e o local é de difícil acesso”, explicou Luiz Ramos Filho, secretário de Proteção e Defesa dos Animais.

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Sob orientação de médicos veterinários, que estão acompanhando a operação desde o início, a SMPDA posicionou seis gatoeiras, armadilhas seguras para captura. A administração da loja, por sua vez, instalou redes de contenção. Até o início da tarde de terça (26), os quatro animais — três adultos e um filhote —  tinham sido resgatados e levados para a Fazenda Modelo, em Guaratiba. “A operação continuará até que todos sejam retirados. É impossível pegar todos de uma só vez, porque eles fogem e esse procedimento é o único jeito de resgatá-los sem assustá-los. Tivemos que montar uma verdadeira operação de resgate”, acrescenta o secretário, que reforçou a importância da ajuda dos moradores: “Pedimos à população que pare de alimentar os animais jogando ração das janelas dos prédios. Precisamos controlar o momento da alimentação para que eles entrem nas gatoeiras e possam ser resgatados com segurança”.

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Equipe de profissionais da prefeitura
Equipe: os técnicos da SMPDA estão sendo acompanhados por veterinários durante a operação (Instagram/Prefeitura do Rio de Janeiro)
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