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Quanto vão custar as obras de revitalização nos Arcos da Lapa

Projetado para abastecer o Rio de Janeiro com água do Rio Carioca, o monumento foi construído no período colonial, em 1723

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 mar 2026, 15h16 • Atualizado em 16 mar 2026, 15h18
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Arcos da Lapa: projetado para abastecer o Rio de Janeiro com água do Rio Carioca, o monumento será restaurado a partir desta segunda (16) (Alexandre Macieira/Riotur)
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  • Conhecido como os Arcos da Lapa, o Aqueduto da Carioca, patrimônio tombado pelo Iphan e um dos marcos mais conhecidos da arquitetura colonial brasileira, será restaurado pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos. O serviço, que terá início nesta segunda (16) e custará R$ 1,7 milhão, prevê limpeza e pintura de toda a estrutura. A última intervenção no monumento havia sido realizada em 2022.

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    A reforma do Aqueduto, que tem 42 arcos em estilo romano, 270 metros de extensão e 17 metros de altura, vai exigir operação em várias frentes. As equipes, que englobam dez funcionários, vão usar andaimes, plataformas elevatórias e técnicas de deslocamento vertical. Alpinistas industriais também atuarão no local com rapel.

    O município ainda prevê obras no entorno, como a recuperação do piso da Praça Cardeal Câmara e do passeio em pedras portuguesas ao redor dos arcos. Os serviços devem ser concluídos em quatro meses.

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    O restauro seguirá técnicas tradicionais, já que trata-se de um bem tombado. Argamassa à base de cal virgem, que dá a cor branca característica dos arcos, será utilizada no restauro. Quando o antigo aqueduto foi construído, no período colonial, em 1723, a mesma técnica foi utilizada. Desta forma, as características originais da estrutura tendem a ser preservadas.

    Projetado para abastecer o Rio de Janeiro com água do Rio Carioca, o monumento foi reconstruído com pedra e cal em 1744 pelo governador Gomes Freire de Andrade, para garantir maior solidez à estrutura.

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    “Os Arcos da Lapa são um dos maiores símbolos do Rio Antigo e uma referência histórica que merece ser cuidada e preservada. Principalmente por estarem perto de casas de shows, como o Circo Voador e a Fundição Progresso, pedimos que conservem o patrimônio público que pertence a todos nós, como quem cuida da extensão da sua casa”, afirma o secretário municipal de Conservação, Diego Vaz.

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