O que significa o Certificado de Indicação Geográfica a produtos do Rio
Dez produtos cultivados no interior do estado aguardam os selos, como os vinhos da Região Serrana
Diversos produtos do Rio de Janeiro são candidatos, e deverão receber em breve o Certificado de Indicação Geográfica (IG), de acordo com sua identidade e a autenticidade, em relação aos locais onde são produzidos e cultivados. O espaço está aberto em edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj) e dez produtos aguardam o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi).
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A ação faz parte do Programa Apoio à Promoção de Indicações Geográficas, e um trabalho de estruturação técnica será feito para o depósito dos pedidos, com prazo entre 18 e 24 meses. Entre os novos produtos e setores que podem ser registrados estão os Vinhos de Inverno da Região Serrana Fluminense, a Tainha da Lagoa de Araruama e a Moda Íntima de Nova Friburgo.
“A Indicação Geográfica é mais do que um selo de qualidade. É um passaporte para que produtores locais acessem novos mercados, ampliem sua competitividade e reforcem o orgulho de pertencer a um território com história e tradição”, explica Caroline Alves, presidente da Faperj.
A Indicação Geográfica pode ser conferida de duas formas. O produto pode ganhar a Indicação de Procedência (IP), que se refere ao local que se tornou conhecido por produzir ou fabricar determinado produto, a exemplo da moda íntima em Friburgo. Ou a Denominação de Origem (DO), que diz respeito a produtos ou serviços que tem suas qualidades ligadas de forma única à sua origem geográfica, como o Arroz Anã, de Porto Marinho, produto único que deverá também ganhar o selo.
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A lista dos dez que aguardam os registros tem Arroz Anã de Porto Marinho (DO); Moda Íntima de Nova Friburgo (IP); Tainha da Lagoa de Araruama (DO); Cafés especiais do Alto Noroeste Fluminense (DO); Abacaxi do Norte Fluminense (DO); Vinhos de Inverno da Região Serrana Fluminense (IP); Palmito de Pupunha Produzido no Vale do Rio Mambucaba (DO); Cafés do Estado do Rio de Janeiro (DO); Cafés da região do Vale do Café (DO); e Farinha de Mandioca de São Francisco de Itabapoana (DO).
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