Continua após publicidade

Além de manto tupinambá, Museu Nacional ganha relíquias para novo acervo

Com campanha após incêndio, em 2018, a instituição arrecadou 8 591 itens, entre eles cerâmicas africanas, arte greco-romana e um tigre morto num safári

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
1 ago 2023, 15h45

Além do raríssimo manto tupinambá do século XVII, que será devolvido pela Dinamarca ao Brasil, o Museu Nacional anunciou novas relíquias que farão parte do seu acervo. As aquisições são resultado da campanha lançada pela instituição em 2020, dois anos após o incêndio que destruiu o lugar, em setembro de 2018.

Coleção de arte greco-romana, cerâmicas africanas de diversas origens e um tigre morto num safári por um caçador brasileiro, preservado com técnicas de taxidermia, são alguns dos 8.591 itens recebidos pelo museu, que serão usados em futuras exposições e pesquisas, conforme informou O Globo.

+ Só no Rio de Janeiro: vídeo de lagarto gigante em baile funk choca a web

Uma parte dessas preciosidades poderá ser vista em 6 de junho de 2024, quando o espaço completa 206 anos e a sala principal será parcialmente reaberta. Atualmente, ela exibe o meteorito Bendegó, o maior siderito já achado em solo brasileiro, e irá receber a ossada de uma cachalote (que é um cetáceo, mamífero da mesma família das baleias e maior animal com dentes no mundo hoje), atualmente em exibição na Cidade das Artes.

O diretor do Museu Nacional, Allexander Kelner, afirmou que a meta é reabrir tudo em 2028, com outra entrega parcial antes disso. Mas, para isso, a instituição precisa dos recursos prometidos pela União e pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Até 2028, a entidade vai precisar de 450 milhões de reais.

Continua após a publicidade
Compartilhe essa matéria via:

Parte do acervo também será exibida em um Centro de Visitantes em construção em outro terreno de São Cristóvão, na Zona Norte, ainda sem data para ser inaugurado.

Outras novidades são o corpo preservado da tubarão fêmea Margarida, que estava no AquaRio e morreu em 2021, e a réplica em 3D do fóssil de um peixe Celacanto, feita a partir de um exemplar original, do Museu de História Natural de Paris — o orginal do Museu Nacional foi destruído no incêndio.

+ Prefeitura abole taxa de implantação de chip em cães e gatos

Continua após a publicidade

Mas nem todos os 8.591 novos itens serão exibidos: parte será incorporada à reserva técnica e alguns podem ser usados em pesquisas. Como muitos são da mesma épocas ou de espécimens semelhantes, atualmente 1.409 peças estão aptas à exposição.

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Tudo o que a cidade maravilhosa tem para te
oferecer.
Receba VEJA e VEJA RIO impressas e tenha acesso digital a todos os títulos Abril.
Impressa + Digital no App
Impressa + Digital
Impressa + Digital no App

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

Assinando Veja você recebe mensalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Para assinantes da cidade de Rio de Janeiro

a partir de R$ 39,90/mês

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.