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Metanol: dois casos suspeitos de intoxicação são investigados no Rio

Secretaria de Estado de Saúde aguarda os resultados das análises laboratoriais para confirmar ou descartar as hipóteses

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 out 2025, 11h42 •
Casos suspeitos: duas notificações de intoxicação por metanol são investigadas em Niterói e São Pedro da Aldeia
Bebidas adulteradas: intoxicação por metanol é grave e pode causar cegueira irreversível e até levar à morte (Canva/Reprodução)
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  • Dois suspeitos de intoxicação por metanol — um de Niterói e outro na Região dos Lagos, em São Pedro da Aldeia — estão em investigação no Rio de Janeiro, segundo a Secretaria de Estado de Saúde. Os casos aguardam os resultados das análises laboratoriais para confirmar ou descartar a hipótese. A SES-RJ informou ainda que está acompanhando ambos os casos e que todas as medidas de vigilância sanitária foram adotadas. 

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    O metanol é um álcool industrial usado em solventes e produtos químicos, que ataca o fígado se for ingerido. No órgão, ele é metabolizado e transformado em outras substâncias tóxicas que podem comprometer medula, cérebro e nervo óptico — e pode levar à cegueira, coma, insuficiência pulmonar e renal e até óbito.

    Sintomas como fortes dores abdominais, náuseas, vômito, confusão mental e visão turva podem ser identificados entre 12 a 24 horas após o consumo. 

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    No Brasil, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, foram registradas 225 notificações de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. No total, dezesseis casos foram confirmados e os outros 209 seguem em investigação. 

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    Dos 225, foram registradas quinze mortes — treze estão sendo investigadas. O estado de São Paulo concentra o maior número de suspeitas: quatorze foram confirmadas, enquanto 178 estão em análise. Neste momento, a recomendação da SES-RJ é que a população evite o consumo de bebidas alcóolicas de procedência desconhecida ou duvidosa. 

     

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