O que há de mais novo no design carioca
Conheça instalações produzidas por designers do Rio para a segunda edição do DW! Semana de Design
A segunda edição do DW! Semana de Design vai até este domingo (15) no CasaShopping e tem como tema Paisagens Conectadas, para discutir os impactos da tecnologia no design e na decoração. Na contramão da superficialidade digital, o movimento DEXCOLADOS promove no evento a série de instalações “Gênesis Tectônica“, com curadoria dos arquitetos e designers Pedro Galaso, Thiago José de Barros e Phelipe Fonseca, e que retoma a matéria como ponto essencial do processo criativo. Alguns novos nomes do design carioca foram convidados a fazer sete peças. Conheça abaixo!
+ DW! Semana de Design discute impactos da tecnologia na decoração
Henrique Canella, Felipe Madeira e o arquiteto Thiago José Barros fizeram a instalação Disformia 01, que inaugura uma série de experimentações materiais nas quais a madeira deixa de ser tratada apenas como plano e linha reta, assumindo sua verdadeira natureza. A peça é composta por pequenos fragmentos únicos, imperfeitos e adaptados, que se organizam organicamente ao revestir a superfície.
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Guilherme Jarlichi e Leonardo Jarlichi fizeram a peça Subterfúgio/Irreverência. Ambos se apresentam como alquimistas modernos preocupados com as cadeias de produção. E têm como princípios a importância do questionar, refletir, errar, errar de novo, para entender e ter progresso.
Manu Almeida foi responsável pela peça Inflexão, sobre trabalhar a forma com o movimento das cordas, entendendo-a como coautora — que, com suas curvas, dobras e entrelaçamentos, desempenha um papel de desenho junto com as mãos que se formam nos gestos.
Luciana Duque assina a peça Desenrola, que toma como ponto de partida a estética crua das portas metálicas de enrolar — ícone das paisagens urbanas — para propor uma inversão poética e inesperada: e se, em vez de bloquear, essa estrutura acolhesse?
O Assimply Studio fez a instalação A Última Ceia, uma representação artística do último jantar humano no ano de 3041, onde a humanidade, adaptada para digerir minerais por falta de alimentos orgânicos, reconhece a exaustão do mundo causada pelo consumo excessivo.
Já Pedro Galasso esteve à frente de Protoforma, que vem da junção de “proto-” (do grego protos, que significa “primeiro” ou “primordial”) e “forma”. Refere-se a um estágio anterior à configuração definitiva, uma pré-forma, algo ainda em gestação. Trata-se de uma metáfora da origem da forma, destacando o momento em que a matéria ainda pulsa com potência criativa, antes de ser domada ou encerrada numa função ou estética final.
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