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O legado deixado por Alfredo Sirkis para o meio-ambiente

Viúva do fundador do Partido Verde e ex-secretário de Meio Ambiente e Urbanismo no Rio, Ana Borelli decidiu levar adiante as causas defendidas pelo marido

Por Pedro Tinoco - Atualizado em 16 out 2020, 13h33 - Publicado em 16 out 2020, 07h00

Guerrilheiro na ditadura convertido em respeitado líder ambiental, Alfredo Sirkis (1950-2020) saiu de cena de forma abrupta, vítima de um acidente de carro no último dia 10 de julho. Ainda elaborando a perda, a viúva, a editora Ana Borelli, surpreendeu-se com o ótimo estado de organização dos registros de vida inteira do jornalista e escritor vencedor do Prêmio Jabuti (com Os Carbonários, em 1981).

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Na vida pública, ele foi fundador do Partido Verde, vereador e deputado federal, além de secretário de Meio Ambiente e de Urbanismo no Rio. A causa ecológica o aproximou de Al Gore — Sirkis hoje batiza o prêmio do Climate Reality Project, organização criada pelo político americano vencedor do Nobel da Paz.

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Para levar adiante suas causas, Ana Borelli lança em 8 de dezembro, data em que ele completaria 70 anos, o Instituto Alfredo Sirkis. A entidade vai se dedicar à educação ambiental e ao legado do homenageado. No Rio, onde nasceu, Sirkis coleciona conquistas como a inclusão de ciclovias no projeto urbanístico Rio-Orla, nos anos 1990, a criação do Parque da Prainha, projeto de preservação que livrou a área de um condomínio residencial, e a reabertura do Circo Voador.

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