Incêndio no velódromo: metade do teto é destruída, mas museu fica intacto
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou na lona e só a perícia poderá determinar as causas do incidente
Na madrugada desta quarta (8), sessenta agentes de seis quartéis do Corpo de Bombeiros foram mobilizados para combater um incêndio na cobertura do velódromo do Parque Olímpico, na Zona Sudoeste.
Metade do teto do ginásio foi destruída e ninguém ficou ferido.
No imóvel também funciona o Museu Olímpico do Rio, que praticamente não foi afetado.
O motivo do incêndio ainda não foi descoberto e, após os bombeiros afirmarem que tudo estava sob controle, um novo foco surgiu.
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“Evitamos uma grande tragédia”, declarou à TV Globo Luciano Sarmento, subcomandante-geral da corporação, acrescentando que não houve danos à estrutura interna e que o fogo começou na lona que cobre o lugar. Ainda segundo ele, apenas a perícia poderá determinar as causas do incidente.
“A cobertura do velódromo era de material sintético. Essa lona derreteu e soltou um material muito parecido com uma teia de aranha”, explicou o subcomandante.
“Graças aos nossos bombeiros militares altamente capacitados, conseguimos preservar o museu. O museu está intacto”, emendou.
O Ginásio Educacional Olímpico Isabel Salgado, vizinho ao velódromo, também não foi afetado, mas não terá aulas nesta quarta.
O velódromo recebeu as competições do ciclismo de pista durante os Jogos Olímpicos do Rio. Foi a última instalação da Rio2016 a ser entregue e custou 143 milhões de reais.
Desde então, o local recebe competições e treinamentos. Hoje o equipamento atende 4 000 pessoas, com idade a partir de 6 anos, em 33 modalidades esportivas e de lazer, como vôlei, basquete, ginástica, ciclismo, jiu-jitsu, judô, beach tennis e handball.







