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Imperatriz enfrenta concorrência do Oscar, mas faz bonito e pode ser premiada

Verde e branca da Leopoldina desfilou na mesma hora em que destino de Ainda estou aqui estava sendo decidido: das três estatuetas a que concorria, levou uma

Por Paula Autran
3 mar 2025, 03h53 • Atualizado em 3 mar 2025, 06h53
imperatriz-leopoldinense
Imperatriz Leopoldinense (Tata Barreto/Riotur/Divulgação)
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  • Segunda escola a entrar na Avenida no primeiro dia de desfile do Grupo especial, neste domingo (2), a Imperatriz Leopoldinense tinha uma concorrência de peso fora do mundo do samba para enfrentar: a transmissão da cerimônia do Oscar, que acontecia a quilômetros de distância da Passarela do samba, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

    Lá o filme Ainda Estou Aqui disputava, no mesmo horário, três estatuetas do Oscar: Melhor Atriz (Fernanda Torres), Melhor Filme e Melhor Filme Internacional, que efetivamente ganhou. Afinal, tanto na Sapucaí quanto em casa, o público dividia as atenções para não perder nem a transmissão internacional (seja em telões de camarotes, celulares ou nas TVs), nem o espetáculo da vice-campeã de 2024. E a verde e branca da Leopoldina fez bonito, mostrando que é candidatíssima ao título deste ano.

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    Após quase 50 anos, a Imperatriz voltou a apresentar um tema afro, um desejo da comunidade atendido pelo carnavalesco, Leandro Vieira, que criou o enredo Ómi Tútu ao Olúfon – Água Fresca para o Senhor de Ifón. Também a Unidos de Padre Miguel, a Viradouro e a Mangueira vieram na mesma toada. Mas a Imperatriz, além de muito bonita, contou com um trunfo a mais: o ótimo samba puxado pelo intérprete Pitty de Menezes e cantado a plenos pulmões pelo público.

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    O enredo narrou a jornada de Oxalá ao reino de Oyó para visitar Xangô, mergulhando nas tradições da mitologia iorubá.

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