Grades e portões de ferro do Museu da República serão restaurados
O objetivo é recuperar as peças, preservando suas características originais, com a reposição dos elementos ornamentais faltantes
A entrada principal do Museu da República, na Rua do Catete, passará por uma revitalização: o gradil e os portões de ferro serão restaurados.
+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui
A ação é mais uma etapa do projeto RevivaRio Museu da República, numa parceria da Equinor, empresa global de energia com sede no Rio de Janeiro, com o Instituto Carioca Cidade Criativa, responsável pelas intervenções, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O objetivo é recuperar as peças, preservando suas características originais, com a reposição dos elementos ornamentais faltantes.
+ Viva o cinema de rua! Como será a duplicação do Cine Santa
Para garantir seu funcionamento e integridade estética, serão utilizados os mesmos materiais e técnicas construtivas da época. Um detalhe curioso chama a atenção na fechadura da porta de ferro: a inscrição com o ano de 1864, vestígio preservado do passado.
As obras serão iniciadas nesta semana e o museu funcionará normalmente com entrada pelo jardim, remodelado pelo paisagista francês Paul Villon em 1896, quando o local – até então residência do Barão de Nova Friburgo –, passou a ser sede do Governo Federal e a se chamar Palácio do Catete.
Em 1938, o endereço foi tombado pelo órgão responsável da época, hoje Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). E em 1960, com a transferência da capital para Brasília, o Museu e suas dependências abriram definitivamente ao público.
Hoje o jardim é o principal espaço público do bairro, um local de lazer e contemplação para frequentadores de todas as idades, além de receber diariamente turistas nacionais e estrangeiros em visita ao Rio.
O que abre e o que fecha no Rio nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro
Grupo de ricos cariocas entre os ganhadores da Mega da Virada
Bombeiro sugere esquecer superstição de pular 7 ondas na virada em Copa
Praia lotada, consciência vazia: o verão do “Homo Imundus” (Vídeo)
Vestígios: Arpoador segue sem pudor depois de 1 ano do “surubão” (vídeo)





