Golpe no Carnaval: foliões relatam furto de celular após falsa briga

Grupos criam confusão para distrair vítimas e roubar celulares e outros pertences de valor; foliões relatam diversos casos do gênero neste pré-Carnaval

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
17 fev 2025, 14h38
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Blocos de Carnaval do Rio: foliões alertam para golpe da falsa briga (Tomaz Silva/Agência Brasil)
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Entre os diversos furtos relatados por frequentadores de blocos no Rio, uma modalidade voltou a chamar a atenção: um golpe em que alguém simula uma briga com a vítima para distraí-la e furtar seus pertences de valor. No perfil do Instagram @cidadepirata, o jornalista e pesquisador Victor Belart relata o que aconteceu com ele no sábado (15) e, a princípio, ele não percebeu do que se tratava.

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“Estava chamando Uber depois de um bloco, e um cara começou a tretar comigo, dizendo que eu tinha chutado ele mais cedo, que era pra resolvermos ali. Não chutava ninguém desde quando caí na porrada no colégio em Vila Isabel em 2003, logo, certamente aquilo não poderia ser comigo e fiquei tentando sinalizar, sem sucesso, o mal-entendido”, conta.

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Belart explica que a discussão vai escalonando muito rápido: outra pessoa aparece te xingando e empurrando, visando a criação de um tumulto breve, para tentar roubar seu celular. “No meu caso, virou briga de fato, um caos, mas outros amigos que estavam perto identificaram a confusão e foram me defender”, continua ele.

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Quando viram que estavam em minoria, os bandidos foram embora e devolveram o telefone, que já tinha sido puxado por eles. “Em resumo, se alguém que você nunca viu aparecer criando caso contigo, imediatamente apenas cuide dos seus pertences, pois o objetivo não é te bater nem ter uma DR contigo, mas levar o que você tiver guardado com você”, alerta ele.

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Nos comentários, os seguidores relataram situações semelhantes que viveram ou presenciaram. “Acho que tenha rolado uma parada dessas depois do Prata Preta, sábado, do lado do Bar Dellas”, escreveu um. “Ontem no Summer [Eletro Bloco] vi algo que suspeito ter sido o mesmo golpe”, disse um segundo. “Já tentaram um parecido comigo no ano passado”, comentou um terceiro.

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