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O funcionamento de escolas e universidades após o caos na Zona Oeste

Aulas foram suspensas nesta terça (24) em algumas instituições, enquanto outras optaram pelo abono de faltas de estudantes afetados pelo conflito

Por Redação
Atualizado em 24 out 2023, 12h45 - Publicado em 24 out 2023, 12h44

Após uma segunda-feira (23) marcada por ataques criminosos na Zona Oeste do Rio, com ao menos 35 ônibus e um trem incendiados na região, escolas e universidades da cidade suspenderam temporariamente as aulas. Na noite que deixou moradores da Zona Oeste em pânico, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na Zona Sul, abriu as portas para abrigar alunos e funcionários que não conseguiram retornar para casa.

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Com aulas canceladas na segunda, a reitoria da UniRio também emitiu um comunicado informando a suspensão temporária de suas atividades nesta terça. “Considerando que grande parte da comunidade acadêmica reside em região conflagrada, a Reitoria recomenda que os servidores e alunos não se exponham a riscos e evitem locomoção na cidade no dia de amanhã (24)”, disse a universidade.

Já a UFRJ manteve suas aulas, mas declarou que as eventuais faltas de servidores e alunos que moram na Zona Oeste devem ser abonadas. “Além disso, devem ser asseguradas segundas chamadas das avaliações discentes que ocorreram em 23/10 aos alunos residentes nessas áreas”, conclui a nota enviada pela reitoria. A universidade também informou que já tem uma reunião agendada com o grupo de trabalho que elaborará um protocolo de segurança da UFRJ para casos de conflitos no estado .

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As aulas no campus da Zona Oeste da Uerj foram suspensas. Nas demais unidades, as atividades foram mantidas, com o abono de faltas eventuais de pessoas afetadas pelo conflito. A UFRRJ por outro lado, adotou aulas remotas nesta terça (24) devido à “situação de insegurança instalada na região metropolitana do Rio” e anunciou que as avaliações serão reagendadas.

Campo Grande, Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Paciência, Guaratiba, Sepetiba, Cosmos, Inhoaíba, Tanque e Campinho foram os bairros mais afetados pelos ataques feitos por milicianos, chamados pelo governo de “terroristas”. Na segunda (23), 45 escolas municipais tiveram suas aulas suspensas. Na rede estadual, 12 unidades tiveram as aulas noturnas suspensas e cerca de 2.900 alunos foram afetados. A secretaria informou que cada unidade pode tomar as “providências necessárias para preservar a integridade física de seus alunos, professores e funcionários”.

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