Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Cantora Anna Cléo: “Artistas de rua sempre vão ter palco”

Ela participou do projeto Cena Carioca, com a colunista Rita Fernandes, nesta segunda (31), no Instagram de Veja Rio

Por Bruna Motta Atualizado em 19 out 2020, 15h05 - Publicado em 1 set 2020, 19h22

O projeto Cena Carioca, série de lives conduzida pela jornalista e colunista de Veja Rio Rita Fernandes no Instagram da publicação recebeu, nesta segunda (31), a cantora Anna Cléo.

+Nei Lopes: ‘É possível se comunicar com os orixás sem ser por transe’

Durante o papo, a carioca contou como foi descoberta cantando no transporte público carioca. “Continua sendo meu palco favorito”, disse. Ela também revelou novidades sobre a carreira e como lidou com a produtividade durante a pandemia.

Confira abaixo trechos da conversa:

Artista de rua

“Continuo cantando nas ruas, mesmo depois de ter ido à televisão e gravado single. Durante a minha trajetória, eu tentei conquistar um lugarzinho no mundo da música de várias formas diferentes. Me falavam para tentar uma vaga num reality show… Quando meus amigos me chamaram para cantar na rua, fiquei feliz porque isso não precisava de nenhuma validação. Achei muito bacana. Vi de maneira positiva. Fiquei com medo no começo, mas logo me soltei”.

Intervenção urbana

“Para todo mundo conseguir se apresentar, precisamos nos espalhar. Assim fomos desbravando novos lugares, inclusive locais nos quais a arte não chegava. Por exemplo, as estações finais da Linha 2 do metrô (Pavuna – Botafogo). Quando comecei a cantar nessa linha, perguntava às pessoas se elas já tinham assistido a algum show. A resposta era sempre não”

Continua após a publicidade

Rejeição

“Sempre saí quando os passageiros me pediam, sempre respeitei. O artista não está ali (no transporte público) para ser um incômodo. Essa era nossa luta. Perguntamos para as pessoas se elas querem ouvir a nossa música. Fazemos nossa voz ser ouvida dessa forma: cantando. Foi sempre pacífico para mim”.

+Mariana Aydar: “O carioca é o público mais sincero nos shows” 

Moda

“Para mim, a moda não é bem o que ditam os outros, mas o que vem do coração. É bom criar, inventar, usar a criatividade. Eu procuro fazer isso não só nas minhas músicas, mas também nas minhas roupas. Falo para a minha mãe: eu não uso roupas, eu uso figurino. Adoro me ‘montar’ (risos). ”

+Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

Fátima Bernardes

“Participar do Encontro me deu uma visibilidade enorme. Pareceu um presente de Deus”.

Continua após a publicidade
Publicidade