Chica chica boom: Museu Carmen Miranda festeja 117 anos da Pequena Notável
No mês do aniversário, tem oficinas gratuitas como a de customização de bolsas; até dia 28, Imperator exibe mostra itinerante sobre a cantora
No mês em que completaria 117 anos, Carmen Miranda volta a florescer — com frutas, flores e balangandãs — no museu que guarda seu nome, no Parque do Flamengo. Pequena no apelido, gigante no legado, ela ganha uma programação à altura: no sábado (21), oficinas gratuitas de customização de bolsas convidam o público a incorporar o espírito tropical da artista; no domingo (22), é a vez da confecção de instrumentos, num chamado direto ao samba que ela ajudou a exportar para o mundo.
Mas ainda há muito a comemorar ao longo do ano. Em agosto, o Museu Carmen Miranda prepara novidades para celebrar seu cinquentenário. Até lá, muitos dos cerca de 3 000 itens deixados pela artista que morreu aos 46 anos, incluindo aí quase 300 músicas e 160 discos gravados, além de vinte filmes, podem ser admirados na exposição Carmen: Luz e Ação. Há também a mostra Carmen, Embaixatriz do Samba, que fica até sábado (28) no Centro Cultural João Nogueira (Imperator), com destaques como a reprodução em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, feita durante seu embalsamento, nos Estados Unidos.
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“A original não pode ser exposta com a frequência que gostaríamos porque a iluminação e a temperatura podem prejudicá-la”, explica a diretora do museu, Chris Aguiar. Do Imperator, a mostra itinerante segue para o Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes.





