Vamos pedalar: o fenômeno das bikes compartilhadas domina a cena carioca
Balanço aponta um aumento de 40% nas viagens realizadas e 172% no número de adeptos entre abril a novembro de 2020, quando eclodiu a pandemia
Lançado no início de fevereiro, Bicicletas nas Cidades (Relicário Edições, 250 págs., 55 reais), um estudo a respeito da mobilidade sobre duas rodas dentro e fora do Brasil, aborda o fenômeno das bikes compartilhadas, já parte do cenário carioca. A Tembici, empresa responsável pelo sistema em várias capitais brasileiras — além das vizinhas Santiago do Chile e Buenos Aires —, fez um balanço de suas atividades no Rio em 2020, o ano em que a pandemia eclodiu.
De abril a novembro, foi registrado um aumento de 40% nas viagens e de 172% no número de usuários. O ponto na Central do Brasil tornou-se o campeão de retiradas e devoluções, seguido pelo Largo do Machado. Somados os esforços dos ciclistas cariocas, foram 30 milhões de quilômetros pedalados, o suficiente para completar 750 voltas em torno da Terra. Em setembro, o Rio recebeu 500 bikes elétricas, em fase de testes, e o número de viagens vem subindo desde então. No total, a operação carioca tem 260 estações e 3100 bicicletas disponíveis. E assim o mundo caminha.
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