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Bicheiro na lista dos mais procurados, Adilsinho é preso em Cabo Frio

Ele foi capturado em operação conjunta envolvendo agentes da Polícia Federal e da Polícia Civil do Rio

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
26 fev 2026, 14h28 • Atualizado em 26 fev 2026, 14h29
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Adilsinho: bicheiro que estava foragido foi preso em Cabo Frio (./Reprodução)
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  • Adilson Oliveira Coutinho Filho, o bicheiro Adilsinho, foi preso na manhã desta quinta (26), em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Um dos mais procurados do Rio de Janeiro, ele foi capturado em uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RJ), uma integração entre agentes da Polícia Federal e da Polícia Civil do Rio. Ele é tido como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado, além de ser membro da cúpula do jogo do bicho. O Policial Diego Darribada Rebello de Lima, que fazia a segurança dele, também foi preso.

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    Quatro mandados de prisão contra Adilsinho estavam em aberto: como chefe da máfia dos cigarros na Justiça Federal; como mandante da execução de Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri, rival da contravenção; como mandante do assassinato de Fábio Alamar Leite e como mandante da morte de Fabrício Alves Martins de Oliveira, estes três últimos, na Justiça do Rio.

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    Adilsinho havia sido preso na Operação Libertatis, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2023 para combater os crimes de tráfico de pessoas, fraude no comércio, sonegação por ausência de nota fiscal e delito contra as relações de consumo. Na época, a PF estourou uma fábrica de cigarros clandestina em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde os agentes localizaram 19 paraguaios em condições análogas à escravidão, trabalhando 12 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive de madrugada.

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    Dois anos depois, prosseguidas as investigações a PF deflagrou a segunda fase da Libertatis, em que 12 pessoas foram presas. Um dos Alvos, Adilsinho não foi encontrado na época.

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