Avenida Maracanã segue interditada após incêndio no Shopping Tijuca
Duas pessoas morreram; bombeiros seguem em operação de rescaldo e não há previsão de reabertura do centro comercial
Três dias após a interdição do Shopping Tijuca por ocasião de um incêndio, equipes do Corpo de Bombeiros deram continuidade, na manhã desta segunda (5), à operação de rescaldo no centro comercial. Duas pessoas morreram — o supervisor de brigadistas Anderson Aguiar do Prado e a brigadista Emellyn Silva Aguiar Menezes. Outras três ficaram feridas. Ainda não há previsão de reabertura do shopping.
Em razão da atuação das equipes de emergência, a Avenida Maracanã permanece interditada no sentido Maracanã, na altura da Rua Barão de Mesquita, segundo informou o Centro de Operações e Resiliência (COR), da Prefeitura do Rio. A Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto também continua fechada.
Em nota divulgada na noite de domingo, a assessoria de imprensa do Shopping Tijuca informou que cerca de 7000 pessoas foram retiradas do local “com total segurança”. De acordo com o comunicado, os equipamentos de combate a incêndio exigidos por lei estavam disponíveis e todos os protocolos de emergência foram cumpridos, incluindo o acionamento das sirenes.
A nota destaca ainda que a brigada do shopping atuou de forma rápida, conseguindo evacuar a loja atingida e o andar onde ela se encontrava, no subsolo, em poucos minutos, até a chegada dos bombeiros. Segundo o texto, em cerca de 30 minutos todas as pessoas já haviam sido retiradas do local, sem registro de tumultos ou ferimentos provocados por correria. O shopping informou também que possui 11 pontos de saída de emergência, além de portarias e rotas de fuga dimensionadas e aprovadas conforme normas técnicas e exigências do Corpo de Bombeiros.
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A assessoria afirmou que as famílias de Emellyn Aguiar e Anderson Paiva estão sendo assistidas.
Quase 48 horas após o ocorrido, a rotina seguia impactada no entorno do centro comercial no domingo (4). Há relatos de vizinhos sobre o forte cheiro de fumaça. “Eu moro atrás do shopping e resolvi sair de casa com o meu cachorro porque o cheiro era muito forte e a fumaça estava entrando nos apartamentos e incomodando” conta Caio Silva.
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